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Brasil
18/02/2008 - 18h01

Oposição minimiza nota positiva do presidente Lula e atribui resultado à herança de FHC

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GABRIELA GUERREIRO
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

A oposição minimizou nesta segunda-feira os resultados da pesquisa CNT/Sensus que atribui ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva o segundo maior índice de popularidade desde janeiro de 2003. Senadores da oposição tentaram desqualificar o índice ao associar as vitórias do governo atual à gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

"O presidente está em momento de popularidade alta pela inflação que foi dominada lá atrás e permitiu o aumento do poder de compra dos brasileiros. São razões que vêm de fora do governo Lula. As pessoas estão satisfeitas com o fato de estarem ganhando [salários] e poderem comprar", disse o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).

Para a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), a popularidade de Lula está associada à capacidade do povo brasileiro de "blindá-lo" em escândalos políticos --como as irregularidades detectadas no uso dos cartões corporativos por membros do Poder Executivo. "O mito não se explica. O povo brasileiro colocou o Lula separado do governo dele", afirmou.

A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), rebateu os argumentos da oposição ao afirmar que o bom desempenho do governo na pesquisa é conseqüência da sua própria atuação. "O presidente ter a segunda melhor avaliação desde a sua posse em janeiro de 2003 é um resultado para colocar muito oposicionista com inveja. Por isso, estamos aqui voltando a ter no Congresso o recrudescimento da ação oposicionista", afirmou.

Para o líder do PT na Câmara, deputado Luiz Sérgio (RJ), o eleitorado brasileiro vai saber distinguir nas urnas as ações implantadas pelo governo Lula. "A tática da oposição está equivocada. O eleitorado vai saber avaliar aqueles que efetivamente melhoraram a vida da população ou se tornaram obstáculo para avanços no país", afirmou.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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