Brasil
19/02/2008 - 04h07

Receita detecta notas frias na campanha de Serra em 2002

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da Folha Online

A Receita Federal detectou R$ 476 mil em notas fiscais frias emitidas por uma empresa fantasma e por outra inidônea para o PSDB e para a campanha de José Serra à Presidência da República em 2002, revela reportagem de Leonardo Souza publicada nesta terça-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Segundo a Receita Federal --que suspendeu a imunidade tributária do partido e o autuou em aproximadamente R$ 7 milhões--, a empresa inidônea é a Marka Serviços de Engenharia, desativada desde 1996 e pertencente a Márcio Fortes, ex-secretário-geral do PSDB.

Auditores identificaram 15 notas frias, no valor de R$ 1,144 milhão, emitidas por quatro empresas, incluindo a Marka e a fantasma Gold Stone Publicidade e Propaganda --que não possui endereço físico e nunca recolheu um centavo de imposto.

No jargão dos fiscais da Receita, notas frias são em geral emitidas para "acobertar despesas". O PSDB nega qualquer irregularidade e já entrou com recurso na Delegacia de Julgamento da Receita. A Receita deve encaminhar os ilícitos à Justiça Eleitoral, que pode cassar o registro do partido.

O secretário de Organização do PSDB, Eduardo Jorge, disse que não tem cabimento o trabalho da Receita, que o órgão está agindo "de má-fé" e acusou o PT de estar por trás do vazamento da informação para desviar o foco do escândalo dos cartões.

Comentários dos leitores
Monica Rego (336) 10/11/2009 21h13
Monica Rego (336) 10/11/2009 21h13
Os tucanos demos pfl adoram maltratar os pobres!!!
E dar um ganho no dinheiro publico como mostra a história destes dois partidos, como sempre eles estão na primeira fila de os mais corruptos na história deste país!!!
Quem duvida é só pesquisar!!!
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J. R. (1136) 07/11/2009 18h44
J. R. (1136) 07/11/2009 18h44
A farra do tucanato não dá mostra de querer acabar, agora vem mais essa de terras de propriedade da Sabesp serem exploradas por particulares em área de preservação. Me refiro ao Hotel do deputado estadual Celino Cardoso (PSDB) construído em região de preservação em Mairiporã, condenado a passar por um TAC (termo de ajuste de conduta) e licitação necessária por parte da generosa viúva do Estado. Se fosse um 'sem-terra' com certeza passariam com o trator do estado por cima, mas como tem o colarinho branco e um bicão enorme ... 93 opiniões
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Pauloneto do Carmo Lyra (11) 06/11/2009 14h20
Pauloneto do Carmo Lyra (11) 06/11/2009 14h20
O governo não precisa atuar em áreas que a iniciativa privada tem o dominio.
só acho que é um momento inportuno, pois é vespera de campanha, fatalmente estarão vinculando a venda ao caixa de campanha.
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