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Brasil
23/02/2008 - 02h45

PF investigará firma que emitiu notas frias ao PSDB em 2002

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da Folha Online

O Ministério Público Federal em São Paulo pediu que a Polícia Federal abra um inquérito sobre a Gold Stone Publicidade e Propaganda, empresa fantasma que emitiu notas fiscais frias para o PSDB e para a campanha de 2002 de José Serra, revela reportagem de Leonardo Souza publicada neste sábado na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

A Receita Federal detectou uma série de irregularidades praticadas pelos representantes da Gold Stone, empresa que nunca foi localizada pelo fisco desde sua criação (1996), nunca recolheu tributos e nunca teve registro na Junta Comercial de São Paulo, onde informou ter sede. Segundo os auditores, a Gold Stone nunca teve existência física, ou seja, é fantasma.

A investigação decorre de um pedido feito na última quarta-feira (20) pelo Ministério Público de São Paulo.

Segundo revelou a Folha no dia 19 de fevereiro, auditores identificaram 15 notas frias, no valor de R$ 1,144 milhão, emitidas por quatro empresas, durante a campanha.

Para o atual governador José Serra --na ocasião, candidato tucano à Presidência--, as contas de sua campanha foram aprovadas "integralmente" pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e se uma empresa que prestou serviços ao partido ou à campanha não pagou imposto, "o problema é dela".

Leia a matéria completa na Folha deste sábado.

Comentários dos leitores
Monica Rego (349) 10/11/2009 21h13
Monica Rego (349) 10/11/2009 21h13
Os tucanos demos pfl adoram maltratar os pobres!!!
E dar um ganho no dinheiro publico como mostra a história destes dois partidos, como sempre eles estão na primeira fila de os mais corruptos na história deste país!!!
Quem duvida é só pesquisar!!!
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J. R. (1174) 07/11/2009 18h44
J. R. (1174) 07/11/2009 18h44
A farra do tucanato não dá mostra de querer acabar, agora vem mais essa de terras de propriedade da Sabesp serem exploradas por particulares em área de preservação. Me refiro ao Hotel do deputado estadual Celino Cardoso (PSDB) construído em região de preservação em Mairiporã, condenado a passar por um TAC (termo de ajuste de conduta) e licitação necessária por parte da generosa viúva do Estado. Se fosse um 'sem-terra' com certeza passariam com o trator do estado por cima, mas como tem o colarinho branco e um bicão enorme ... 96 opiniões
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Pauloneto do Carmo Lyra (11) 06/11/2009 14h20
Pauloneto do Carmo Lyra (11) 06/11/2009 14h20
O governo não precisa atuar em áreas que a iniciativa privada tem o dominio.
só acho que é um momento inportuno, pois é vespera de campanha, fatalmente estarão vinculando a venda ao caixa de campanha.
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