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Brasil
25/02/2008 - 12h20

Pará inicia em Tailândia operação contra desmatamento na Amazônia

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da Folha Online
da Agência Folha

Cerca de 220 homens da Força Nacional, Polícia Federal e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) foram deslocados nesta segunda-feira para Tailândia (PA) para dar início à operação de combate ao desmatamento na Amazônia, para a retirada de madeira extraída ilegalmente.

Segundo a Sema (Secretaria Estadual do Meio Ambiente), serão retirados do local 13 mil metros cúbicos de madeira apreendidos. O trabalho foi suspenso na última terça-feira, devido a um confronto entre policiais e 1.000 pessoas contrárias à fiscalização.

No conflito, uma ponte na entrada da cidade foi interditada por toras incendiadas jogadas na pista. Manifestantes ainda depredaram o fórum da cidade e retiveram em uma serraria um grupo de fiscais estaduais e federais.

De acordo com o secretário de Governo do Pará, Cláudio Castelo Branco Puty, a apreensão de madeira não necessariamente vai causar desemprego em massa na região, conforme os madeireiros.

O governo do Estado quer cadastrar trabalhadores das madeireiras e distribuir 5.000 cestas básicas para ajudar quem eventualmente perder seus empregos, segundo a Sema.

Um leilão com a madeira apreendida será promovido pelo governo, o que deve render aos cofres públicos pelo menos R$ 4 milhões, segundo estimativa do governo.

Metade do valor deve ser revertida em ações de requalificação profissional, e outra parte, para custear as operações e equipar agentes fiscalizadores.

Segundo o secretário, o objetivo é que a cada R$ 1 arrecado com o leilão, o governo invista R$ 0,50 em ações sociais.

Para as madeireiras e carvoarias, a Sema anuncia que agilizará os processos de licenciamento ambiental. Os empresários alegam que a demora na concessão do documento os empurra para a ilegalidade.

Segundo a secretaria, em Tailândia só há 22 madeireiras e seis carvoarias licenciadas. Outras 57 madeireiras e 40 carvoarias aguardam autorização.

Comentários dos leitores
ernani sefton campos (136) 11/11/2009 09h41
ernani sefton campos (136) 11/11/2009 09h41
A discussão continua, como a "dos sexos dos anjos".
Assim, não se vai a lugar,algum.
Enquanto o Governo,tratar o assunto, de forma "política, para o Inglês, ver",não passaremos do desmatamento desordenado, e exploração dos recursos,concentração de rendas, etc...,ficará por aí.
A Amazônia e seu processo de desmatamento,requer, a meu ver, a constituição de uma COMISSÃO de notáveis, nas areas de infraestrutura,energia,agricultura,recursos naturais,engenharia de obras,e desenvolvimento sustentável,urbanismo e implantação de cidades e PESSOAS.
Estes, selecionados , reunidos e remunerados, para tal, elaborariam um PROJETO COMPLETO, incluindo o Gerenciamento do mesmo - um plano Marshall Tupiniquim - para Desenvolvimento, da região de abrangência, integrado, a fim de ocupação racional, autosustentável e harmonico.
" FOCO e Desenvolvimento TOTAL "
Teriamos aí, sim o maior PAC , do MUNDO , por 20 anos, futuros.
Até que poderia ocorrer,por osmose, o envolvimento
dos países vizinhos, que margeiam o rio Amazonas.
Dinheiro, pelo visto, não FALTA.Basta organizar e mandar " BALA ".
Aposto neste MEGA PROJETO, como Vitorioso.
sem opinião
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Rodrigo Vieira de Morais (175) 23/10/2009 15h33
Rodrigo Vieira de Morais (175) 23/10/2009 15h33
Gente, teremos que resolver os problemas ambientais, agora ou depois.
Existem diversas areas desmatadas que agora estão com pastagem degradada.
Grande parte dos ruralistas querem mesmo é vender madeira e lucrar muito. Depois vendem a terra aos pequenos produtores rurais (isto aconteceu e acontece em todo o Brasil).
Outra coisa, se o solo da amazonia não mudou, quando desmatarem aquilo-lá, vai tudo virar deserto.
O solo dos EUA e EUROPA é diferente daqui, possui quantidade de argila diferente e capacidade de armazenamento de água diferente, não dá para comparar.
Decisão técnica e não política.
Muitas ONGs são honestas mais que os políticos de plantão.
sem opinião
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Os Estados Unidos criam centenas de ONGs no Brasil que são financiadas em partes por eles, para proteger o meio ambiente. Será?..... Será mesmo que se preocupam tanto com o meio ambiente, ou a concorrência do Brasil no agronegócio esta incomodando. 12 opiniões
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