Pará inicia em Tailândia operação contra desmatamento na Amazônia
da Folha Online
da Agência Folha
Cerca de 220 homens da Força Nacional, Polícia Federal e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) foram deslocados nesta segunda-feira para Tailândia (PA) para dar início à operação de combate ao desmatamento na Amazônia, para a retirada de madeira extraída ilegalmente.
Segundo a Sema (Secretaria Estadual do Meio Ambiente), serão retirados do local 13 mil metros cúbicos de madeira apreendidos. O trabalho foi suspenso na última terça-feira, devido a um confronto entre policiais e 1.000 pessoas contrárias à fiscalização.
No conflito, uma ponte na entrada da cidade foi interditada por toras incendiadas jogadas na pista. Manifestantes ainda depredaram o fórum da cidade e retiveram em uma serraria um grupo de fiscais estaduais e federais.
De acordo com o secretário de Governo do Pará, Cláudio Castelo Branco Puty, a apreensão de madeira não necessariamente vai causar desemprego em massa na região, conforme os madeireiros.
O governo do Estado quer cadastrar trabalhadores das madeireiras e distribuir 5.000 cestas básicas para ajudar quem eventualmente perder seus empregos, segundo a Sema.
Um leilão com a madeira apreendida será promovido pelo governo, o que deve render aos cofres públicos pelo menos R$ 4 milhões, segundo estimativa do governo.
Metade do valor deve ser revertida em ações de requalificação profissional, e outra parte, para custear as operações e equipar agentes fiscalizadores.
Segundo o secretário, o objetivo é que a cada R$ 1 arrecado com o leilão, o governo invista R$ 0,50 em ações sociais.
Para as madeireiras e carvoarias, a Sema anuncia que agilizará os processos de licenciamento ambiental. Os empresários alegam que a demora na concessão do documento os empurra para a ilegalidade.
Segundo a secretaria, em Tailândia só há 22 madeireiras e seis carvoarias licenciadas. Outras 57 madeireiras e 40 carvoarias aguardam autorização.
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Especial


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O Meio Ambiente é um bem de todos, produtores ou não. E nada mais justo que haja participação da classe produtora nas decisões para preservação ambiental , pois essa matéria sempre aconteceu de forma unilateral e eu sou testemunho disso, pois estou na area ambiental a 30 anos e com segurança digo que se essas areas não interagirem jamais teremos preservação de verdade.
Não devemos esquecer que o desenvolvimento é uma necessidade imediata de qualquer ser humano, seja ele ambientalista ou produtor, pois ambos respiram, comem, trabalhão. ao contrario das consequencias ambientais causada pelo desenvolvimento insutentavel que leva tempos para ser percebido levando varias gerações as vezes para se manifestar. Portanto a educação ambiental e a aplicação de leis adquadas feitas com a participação de ambas as partes seriam o ideal para os bons resultados na luta pela preservação ambiental.
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Aqui no sudeste e sul do país o que aconteceu foi um desmatamento desinfreado que não trouxe vantagem alguma.
Quem ganhou muito dinheiro com o desmatamento acabou vendendo sua propriedade e foi pra cidade viver de aluguel de imóvel.
Quanta área aqui no sudeste e sul é mal utilizada pelo produtor rural. Agora as áreas desmatadas valem menos que as áreas com reserva legal e APP.
O problema todo é renda para as pessoas, enquanto uma árvore valer mais deitada do que em pé não existirá preservação ambiental aqui no Brasil.
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