Brasil
26/02/2008 - 17h24

Santiago indica governador de PE como testemunha para justificar saída do PT

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da Folha Online

O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) protocolou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um requerimento pedindo prioridade no depoimento de três testemunhas indicadas por ele no processo a que responde na Corte por infidelidade partidária.

No pedido, o deputado indica para testemunharem a seu favor o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), o jornalista Cláudio Renato Weber Abramo e o também deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

Santiago foi eleito pelo PT, mas migrou para o PDT em setembro do ano passado, dentro do prazo vedado pela resolução do TSE sobre fidelidade partidária.

Pelas novas regras do TSE, estão sujeitos à perda de mandato os políticos que trocaram de legenda após 27 de março nos cargos proporcionais --deputados estaduais, deputados federais e vereadores-- ou 16 de outubro nos cargos majoritários --prefeitos, governadores, senadores e presidente da República.

O TSE entende que o mandato pertence ao partido, e não ao eleito. Com isso, os 'infiéis' que trocaram de partido após as datas fixadas estão sujeitos à perda de mandato.

No ação proposta pelo PT, o partido alega que o parlamentar foi eleito deputado federal "pelo critério de média" e que a desfiliação foi comunicada ao partido por meio de documento que não menciona as razões.

Santiago entrou com requerimento no TSE pedindo prioridade caso sejam indeferidos os depoimentos de todas as testemunhas indicadas por ele no processo.

Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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