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Brasil
03/03/2008 - 08h21

Líder, Wagner Montes desiste de concorrer às eleições no Rio

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RAPHAEL GOMIDE
da Folha de S.Paulo, no Rio

Um dos líderes das pesquisas pré-eleitorais para a Prefeitura do Rio de Janeiro, o deputado estadual e apresentador de TV Wagner Montes (PDT) desistiu de concorrer ao cargo.

Ele abdicou no sábado, depois de três debates internos do partido. Alegou que sua principal plataforma política é a segurança e pouco poderia fazer como prefeito --seu objetivo é o governo do Estado. Também afirmou que está no melhor momento da carreira na TV e não quer prejudicá-la nem se afastar da família mais uma vez para fazer campanha.

Wagner Montes nega que tenha pesado na decisão o fato de ser concorrente direto do senador Marcelo Crivella (PRB), senador e integrante da Igreja Universal do Reino de Deus, cujos líderes são donos da TV Record, onde o apresentador estrela o "Balanço Geral".

"Não existe nenhuma pressão, nunca houve, nem implícita nem explícita [da Universal, da Record ou de Crivella]. Crivella nunca me procurou e, desde a primeira pesquisa, não tive encontro nem papo telefônico com ele. Meu contrato na TV vai até 31 de dezembro de 2010", disse Wagner Montes.

Crivella e Denise Frossard (PPS) estavam tecnicamente empatados com ele em primeiro lugar nas últimas pesquisas.

"Sempre disse que não era candidato, inclusive para a Folha. Posso fazer mais na TV por segurança do que na prefeitura. Se concorresse, teria de ficar quatro meses afastado do programa. Não serei vice do Crivella nem sairei do PDT", disse.

A Record acaba de repaginar o cenário do programa, que disputa a liderança com a Globo entre as 12h30 e as 14h.

O PDT, que pretende ter candidato próprio no Rio, deve escolher o também deputado estadual Paulo Ramos, em convenção no próximo domingo. O partido não descarta composição entre PV, PPS, PSB e PC do B. A Folha revelou ontem que o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) pode ser o nome de consenso de parte do grupo (PV, PPS e PSDB).

"Queremos unir forças políticas", afirmou Ramos.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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