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Brasil
05/03/2008 - 16h42

Consultor diz que suposto envio de armas para Venezuela não tem relação com o governo

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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio

O consultor Kenneth Rijock disse nesta quarta-feira que é precipitado responsabilizar o governo brasileiro pelo envio de uma suposta remessa ilegal de armas à Venezuela por meio de uma aeronave da TAM, há cerca de dez dias. Rijock confirmou o teor do texto de sua autoria, divulgado no site de sua empresa de consultoria, World-Check, que afirma que o Brasil enviará 31,5 toneladas de armamentos à Venezuela.

"Não se deve concluir que foi o governo. Isso está ligado a empresas privadas", afirmou, sem revelar nomes.

A informação de Rijock fez com que o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM) cobrasse explicações do governo. O ministro Nelson Jobim (Defesa) chegou a cancelar compromissos para ir ao Senado negar a suposta remessa de armas

A TAM informou que fez o transporte de uma carga de 1,5 toneladas de revólveres Taurus para a Venezuela. A empresa ressaltou que a exportação foi realizada dentro dos trâmites legais.

Rijock não soube informar com exatidão a data em que a carga foi transportada nem quando outras supostas remessas serão enviadas.

Ele participou do 4º Fórum Nacional de Prevenção a Crimes Econômicos. Advogado especializado em direito bancário, atuou como lavador de dinheiro e consultor de organizações ligadas ao tráfico de drogas durante mais de dez anos até ser preso. Para abater sua pena, passou a colaborar em investigações contra os crimes que praticava, inclusive para o FBI --a polícia federal americana.

Rijock alertou para um novo tipo de lavagem de dinheiro que vem sendo empregado na América do Sul, que envolvem certificados de diamantes. Segundo o consultor, traficantes colombianos estão indo a bancos na Venezuela, onde pagam por certificados de diamantes em bancos locais.

Com os papéis nas mãos, vêm até o Brasil para trocar os certificados por diamantes em bancos daqui, e então, comercializá-los.

"O problema é que os bancos estão mais interessados em aumentar suas operações do que checar seus clientes", afirmou.

Comentários dos leitores
Agora, só fica faltando decretar Chávez presidente voitalício do Mercosul, (Por falar nisto, já não está ana hora de aqui no Brasil grafarmos o nome da entidade em português, Mercossul? Afinal, falamos IMF ou FMI, em português? ONU ou UN? e daí prá frente. "Nuestros hermanos" que nos respeitem, para não sermos tratados como Lula é tratado pelos três "revolucionários socialistas" sul-americanos. sem opinião
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porfirio sperandio (353) 08/03/2008 09h33
porfirio sperandio (353) 08/03/2008 09h33
O Modena e o Carlos Lobitsky merecem uma estrela no premio de Gramado pela articulacao e outra pelo enredo. To pra ver clareza de ideias, informacao e inteligencia nos comentarios sobre a crise da Colombia ...

O Uribe na verdade tava com medo do Reyes virar Presidente com articulacao do Sarkozi ...
Como os Bush negaram suporte (na imprensa, fala sempre bebado, quando melhora diz outra coisa) e o McCain ja' disse que vai acabar com a economia de guerra; Uribe tratou logo de seguir o conselho do Amorin: dar um abracao no Correa e no Chaves ...
Ate' lagrimas de crocodilo cairam dos seus olhos ...
E assim o Brasil vai se firmando como lider na America do Sul, com motores franceses e engenharia da casa...
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josé reis barata barata (2402) 07/03/2008 08h19
josé reis barata barata (2402) 07/03/2008 08h19
Correção indispensável ao final da citação (Rousseau pode considerar o erro, de cópia,mais deplorável ainda):"...infelicidade de VIVER depois de ti." 26 opiniões
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