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Brasil
07/03/2008 - 12h02

Lula chama Dilma de "mãe do PAC" e nega interesse eleitoral em obras

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Colaboração para a Folha Online, no Rio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na manhã desta sexta-feira das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em favelas do Rio. No evento, no complexo do Alemão, Lula afirmou que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) é "uma espécie de mãe do PAC" e negou interesse eleitoral nas obras.

Serão beneficiados, além do complexo do Alemão, Manguinhos (também na zona norte) e a Rocinha (zona sul). No lançamento do programa, Lula subiu ao palco com aproximadamente outras 30 pessoas --entre ministros, deputados federais e estaduais, além do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB).

"[A ministra Dilma] é uma espécie de mãe do PAC. É ela quem cuida, cobra e vê o andamento das obras", afirmou. Ao vice-governador, Luiz Fernando Pezão, Lula disse que ele "vai saber o que é ser cobrado pela Dilma".

O presidente criticou as gestões municipais do Rio desde a década de 80, quando cresceu a população no complexo do Alemão. "Se cada prefeito tivesse feito um pedacinho, de lá para cá, não precisaríamos estar anunciando o PAC."

Lula afirmou que o lançamento das obras não seria possível "se não tivéssemos arrumado o Brasil entre 2003 e 2006" e descartou interesse eleitoral. "Deus é tão justo e tão grande que permitiu o lançamento do PAC em um ano que eu não era candidato". "Não disputo mais eleição no Brasil porque meu mandato termina em 2010", afirmou.

Homens da Força Nacional, da Polícia Militar e do Exército reforçaram a segurança para o evento no Alemão.

Com roupas, bandeiras e balões brancos, os moradores do Alemão exibiram faixas de apoio às obras do PAC, mas pediram que não haja uso da força policial.

Obras

Os governos federal e estadual deverão investir cerca de R$ 1 bilhão nessas comunidades por meio de programas sociais, construção de casas, escolas, creches, unidades de saúde, área de lazer, água tratada, rede de tratamento de esgoto, drenagem e pavimentação de ruas.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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