Entidades realizam manifestação em Brasília contra trabalho escravo
da Folha Online
Integrantes de movimentos sociais, entidades da sociedade civil, lideranças políticas e sindicais, associações de classe e representantes de grupos que defendem os direitos humanos realizam nesta quarta-feira, a partir das 10h, em Brasília, um ato contra o trabalho escravo no Brasil.
Os manifestantes defendem a aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prevê o confisco de terras para quem pratica trabalho escravo e é considerada como uma medida que pode ajudar a por fim à violação dos direitos humanos.
O ato deve reunir cerca de 1.000 pessoas dos Estados do Pará, Maranhão, Piauí, Tocantins e Goiás.
A PEC do trabalho escravo foi aprovada no Senado em 2001. Na Câmara, a proposta foi votada em primeiro turno em 2004, com 326 votos favoráveis, dez contrários e oito abstenções. Desde então, aguarda o segundo turno de votação.
Segundo a assessoria do senador José Nery (PSOL-PA), presidente da subcomissão do Senado de combate ao trabalho escravo, o ato vai começar no auditório Nereu Ramos e terminar com um "abraço" no Congresso Nacional.
Leia mais
- Fiscais localizam 1.500 em situação precária
- Usinas de cana-de-açúcar concentram trabalho degradante
- Pai de Ayrton Senna é acusado de trabalho escravo na Bahia
- Agências de turismo agora aliciam trabalhador rural
- Primo do governador Blairo Maggi utiliza trabalho degradante
Especial



Enquanto as elites não assumirem publicamente com ações, a sua história escravocrata, esses casos irão se repetir e se perpetuar.
Esperamso também que os próximos governos dêem continuidade ao processo de fiscalização.
avalie fechar
avalie fechar
No Governo anterior da elite, foi pego no Para, uma fazenda com quase 300 trabalhadores em regime pior que a escravidão do passado. Viu no que que deu? O dono da Fazenda era amigo do FHC, e pior, na hora de punir ainda descobriu que a fazenda estava em nome de outros. Estes outros eram os verdadeiros donos das terras que tinham morrido de mortes estranhas, e ali eram os posseiros. Posseiros que na hora de tirar emprestimos vultuosos são os donos, administradores e tudo mais. Quem denunciava morria. Sumiam com o dinheiro porque eles não eram donos de nada. E ainda veio o Alckimim querendo revitalizar o projeto SUDAN, que sabia de tudo mesmo assim dava didim pra eles, na ideia ficticia que ia desenvolver a |Amazonia.
Abre os olhos só porque não viamos tanta gente presa neste pais, não significa que estava certo.
A coisa corria frouxa, e agora ainda tem muitas irregularidades, e se houver participação de todos ainda podemos melhorar porque neste governo estamos encontrando apoio para ao menos reclamar por justiça.
avalie fechar