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Brasil
14/03/2008 - 10h14

Prefeito e governador de SP exaltam aliança em evento

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CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo

Sob gritos de "Um, dois, três, Kassab outra vez", o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e o prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), enalteceram ontem sua parceria, durante solenidade para a liberação de R$ 200 milhões dos cofres do município para as obras do metrô.

Abusando da palavra "pacto", Kassab afirmou que sua aliança com Serra é reconhecida publicamente. "Senhor governador, essa parceria não é só fruto de nossa aliança política, que todos reconhecem. Uma parceria pela cidade. Uma parceria que deu certo. É uma parceria que, inquestionavelmente, tem o apoio da cidade de São Paulo", discursou Kassab.

O prefeito defendeu a manutenção dessa aliança: "Que ela dure muito além de nossas administrações para que esse trabalho de constituição de uma linha de transportes públicos não pare. Enquanto for prefeito, a cidade de São Paulo não vai se omitir".

Porém, é o ex-governador do Estado Geraldo Alckmin, do PSDB, que terá o apoio formal de José Serra caso seja candidato à prefeitura.

Além de insistir na idéia de pacto, o prefeito fez questão de chamar a administração de Serra/Kassab. No Largo 13, no bairro de Santo Amaro, Kassab listou ações em conjunto e inaugurações realizadas. "Graças à eficiente gestão iniciada pelo nosso querido José Serra e que hoje tem continuidade", afirmou o prefeito. "É o pacto que tem junto prefeitura e governo do Estado."

Após receber um cheque simbólico, de R$ 200 milhões, Serra, por sua vez, fez questão de frisar que Kassab cumpria, ali, uma promessa sua de campanha: o investimento da prefeitura no metrô, nesse caso de Santo Amaro. "Prometi isso durante minha campanha no início da gestão. E o prefeito Kassab está cumprindo esse compromisso."

Ao encerrar seu discurso, Serra disse que não parabenizaria Kassab pela iniciativa, mas os moradores da cidade.

À saída, Kassab voltou a dizer que é natural sua candidatura à reeleição. Questionado se acha que seria identificado como o candidato de Serra --no lugar de Alckmin--, voltou a se comparar a uma noiva à espera do casamento.

No palanque, repetiu suas afinidades com Serra: "Sou engenheiro e economista como o senhor, governador".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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