Ex-vice-presidente do Banco Rural nega irregularidades em operações de crédito
REGIANE SOARES
da Folha Online
A ex-vice-presidente operacional do Banco Rural Ayanna Tenório depôs hoje para a juíza federal Silvia Maria Rocha, da 2ª Vara Criminal, sobre seu suposto envolvimento com o mensalão. No depoimento, ela negou os crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha --pelos quais foi denunciada pela PGR (Procuradoria Geral da República).
Segundo o advogado dela, Rodrigo Mendonça, ela explicou sua função no banco e o motivo de ter autorizado duas renovações de crédito para empresas do publicitário Marcos Valério, acusado de ser o operador do mensalão.
De acordo com o advogado, a operação foi "absolutamente normal", pois já chegava às mãos da ex-vice-presidente com parecer técnico favorável do comitê de crédito.
"Ela aprovava por uma questão de formalidade necessária por ser a vice-presidente operacional", disse Mendonça.
Sobre os 65 saques realizados por Tenório --que foram classificados como lavagem de dinheiro na denúncia--, o advogado disse que as operações foram realizados a pedido do próprio sacado --que não foi informado-- e que ela não teve envolvimento com isso. "Ela disse que os saques seguiram o procedimento absolutamente normal do banco. O banco tinha tudo isso registrado e informado ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)."
Ele negou que Tenório tenha responsabilizado alguém por essas operações. Segundo o advogado, o banco é setorizado e ela é quem respondia pela área operacional.
O depoimento dela durou quase duas horas. A juíza ainda ouve hoje o ex-ministro Luiz Gushiken (Comunicação do Governo) e o ex-deputado Professor Luizinho (PT-SP).
Tenório é acusada de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, enquanto Gushiken responde por peculato e Professor Luizinho por lavagem de dinheiro.
O STF (Supremo Tribunal Federal) acatou a denúncia contra todos os 40 acusados pelo procurador-geral Antonio Fernando de Souza de envolvimento com o esquema.
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Especial


Vera Lucia afirma detalhes da operação de entrada e saida de recursos de campanha nas eleições de 94 e 98, com recebimento de doações de empresários e inclusive com doações como empréstimo, certamente como aquele que o Genuino assinou.
Realmente o esquema é exatamente o mesmo do valerioduto do PT e que agora Azeredo diz que nunca se reuniu com Vera, o que soa como rotina, negar encontros ou reuniões, como recentemente Dilma mencionou a respeito de Lina.
Não restam nenhumas dúvidas de que podemos analizar de que para um político não ser punido, basta negar os motivos pelos quais está sendo acusado, que já motivo suficiente para não ser punido, pelo mesnos é o que se deixa parecer.
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O resto é conversa fiada.
Esse cara não é confiável.
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DILMA2010!!!!!!!!!!
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