Banco do Brasil paga auxílio à PM com cartões corporativos no TO
FELIPE BÄCHTOLD
da Agência Folha
A seccional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Tocantins vai entrar na Justiça com uma ação contra um convênio firmado entre o governo estadual e o Banco do Brasil para o uso de cartões corporativos do banco.
Segundo a OAB, o Banco do Brasil cedeu cartões para policiais militares do Estado em troca da prestação de serviços de segurança.
Os gastos, que somam R$ 30 mil por mês, são para manutenção, como abastecimento e conserto de automóveis.
Os policiais militares passaram a reforçar o policiamento de cerca de 30 agências bancárias pelo Estado devido ao acordo, segundo a denúncia.
O presidente da OAB-TO, Hercílio Bezerra, diz que a troca de cartões corporativos por segurança configura a prestação de um serviço particular por parte da PM, o que é ilegal.
O governo estadual confirma a existência do convênio, mas diz que se trata apenas de uma "ajuda de custo" do banco à Polícia Militar do Estado.
Segundo o subsecretário da Fazenda do Tocantins, Marcelo Tavares, o Banco do Brasil auxilia o Estado a manter os carros da patrulha da PM em condições de serem chamados com rapidez em caso de alguma emergência. Para Tavares, o valor do auxílio é "ínfimo".
Ele também afirma que a maior parte dos gastos dos policiais militares no convênio não é feita por meio de cartões corporativos. Segundo o subsecretário, todos os gastos feitos pela PM dentro do acordo precisam ser comprovados ao governo estadual e ao banco.
Procurada pela Folha, a direção do Banco do Brasil, por meio da assessoria de imprensa, disse ontem que o convênio é legal, previsto em lei e beneficia toda a população. Segundo o banco, dentro do acordo os gastos através de cartões corporativos proporcionam mais transparência.
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Mexem e remexem, e tudo fica igual.
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Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula "por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos".
Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.
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Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula.
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Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. "O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga", parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país.
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o esquema do cartão corporativo substituiu
o esquema do "mensalão".
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