STF mantém liberdade de funcionários da Gautama investigados na Navalha
da Folha Online
O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve nesta terça-feira as liminares que em maio do ano passado suspenderam as prisões preventivas de funcionários da Gautama investigados na Operação Navalha, da Polícia Federal, que desarticulou suposto esquema de fraude em licitações públicas. A decisão é da Segunda Turma do STF.
Segundo o STF, a decisão mantém em liberdade os funcionários Abelardo Sampaio Lopes Filho, engenheiro e diretor; Maria de Fátima Palmeira, diretora comercial; e João Manoel Soares Barros.
A prisão preventiva contra os funcionários foi decretada pela ministra Eliana Calmon, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), relatora do inquérito contra os investigados na Operação Navalha.
Para os ministros, o decreto de prisão preventiva dos funcionários não estava fundamentado em elementos concretos, necessários para demonstrar os motivos para a detenção.
Na semana passada, a Segunda Turma do STF também manteve a liminar que revogou a prisão preventiva do empresário Zuleido Veras, dono da Gautama e apontado como chefe do suposto esquema.
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