Brasil
19/03/2008 - 17h45

MST é notificado sobre decisão que proíbe movimento de invadir a Vale, diz empresa

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da Folha Online

A Vale informou que o dirigente do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) João Pedro Stédile foi notificado nesta quarta-feira da liminar concedida pela Justiça do Rio de Janeiro que o proibiu de "incitar e de promover a prática de atos violentos contra as instalações" da empresa. A decisão também inclui o MST.

Procurada pela reportagem, o MST informou que vai se posicionar ainda hoje sobre a decisão.

Divulgação
Stédile é notificado por oficial de Justiça da decisão que proíbe invasão na Vale
Stédile é notificado por oficial de Justiça da decisão que proíbe invasão na Vale

De acordo com a Vale, o MST e Stédile também estão proibidos de "praticar atos que importem na interrupção de suas atividades" da empresa. Ambos têm 15 dias para recorrer da decisão.

Em nota divulgada hoje, a Vale explica que o recurso apresentado pela empresa é um instrumento legítimo previsto na Constituição Federal e "acessível a qualquer cidadão que se sinta agredido injustamente por quem quer que seja."

A Vale informou também que tomou a decisão de recorrer à Justiça "diante dos sucessivos ataques que a empresa vem sofrendo pelo MST desde o início do ano passado". A empresa informa que foram oito invasões desde março de 2007.

Na semana passada, integrantes da Via Campesina ocuparam a ferrovia Vitória-Minas, na altura de Resplendor (MG).

Na ocasião, o diretor-executivo de assuntos corporativos e energia da companhia, Tito Martins, disse que a Vale estuda processar representantes nacionais do MST. "Estamos estudando acionar juridicamente os responsáveis por este episódio em todas as esferas", disse Martins, que chamou o ato de criminoso.

Comentários dos leitores
Freddy Grandke (219) 08/11/2009 11h38
Freddy Grandke (219) 08/11/2009 11h38
O MST, que não é instituição nenhuma, quer posar de vítima agora. Quando promove um quebra-quebra, o faz alegando estar chamando a atenção para o movimento social da reforma agrária, que na realidade é só para o governo distribuir terras entre os desempregados, que assim que recebem o documento da terra correm para vende-lo a terceiros, sabendo que isso é proibido. Agora querem chamar a atenção dos órgãos internacionais para continuarem sendo "vítimas" do governo brasileiro, governo esse que aliás dá dinheiro para o movimento. Para onde está indo o dinheiro???? Porque ao invés de ficarem se estrebuchando como porcos quando são mortos, não se legalizam e tpomem um outro tipo de atitude menos violente para chamar a tenção da mídia ????? Quem são os verdadeiros líderes dessa turma e como vivem se não tem emprego e nenhuma outra fonte de renda ????? sem opinião
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Luís da Velosa (1380) 08/11/2009 09h25
Luís da Velosa (1380) 08/11/2009 09h25
O MST enviou à OEA, o "cronograma de ocupação" e o "modus operandi" que construíram para a pretensa Reforma Agrária? Seria interessante e imprescindível, para que a Organização forme o seu juízo derredor das ações perpetradas pelo Movimento no Brasil. Vandalismo com rico é perda de tempo e prova cabal de imaturidade política. Não estamos nos tempos de Roma, nem do seu apogeu, nem do seu crepúsculo. sem opinião
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roberto modolon (1) 08/11/2009 00h28
roberto modolon (1) 08/11/2009 00h28
Dificil se comentar alguma coisa? Todas as pessoas que tem algum conhecimento com os sem terra sabem que sempre são as mesmas pessoas e que ficam nas cidades recrutando mais e mais pessoas que nuca seguraram em um cabo de enxada na maioria das vezes nem sabe plantar um pe de milho? Voce visita um assentamento o que restou dos que ganharam a terra é no m,aximo ums dez por cento uma grande parte pega os finaciamento e toma cachaça a outra parte dos recursos fica com os prsidente de associaçoes que divide com sei la quem. Todos sabem mas nimguem quer ver. hoje todos querem fechar estradas, pontes fazer piquete aqui e ali e os que trabalhan de verdade são obrigados a ficar na humilhaçao, e sperar ficar calado se nao seus bems sao invadidos saqueados. Todo mundo ve e sabe mas nimfelizmente não e´politicamente correto falar disso todos sabemos que muitas fazendas sao destruidas pelos sem terras mas nas eles negam mesmo todo mundo vendo? Não é politicamente correto ver e ser honesto hoje em dia como não se elege nimguem sendo honesto??? sem opinião
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