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Brasil
25/03/2008 - 08h47

Alckmin cobra decisão sobre candidatura em SP

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JOSÉ ALBERTO BOMBIG
da Folha de S.Paulo

O ex-governador Geraldo Alckmin se reuniu ontem à noite em São Paulo com o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), e pediu que ele marque uma data para a definição do impasse relativo à candidatura tucana à prefeitura da cidade.

Alckmin reiterou sua disposição de concorrer em outubro, mas ressalvou que só o fará com o aval público da direção do PSDB. Ele chegou a propor a realização de uma pré-convenção como forma de consultar as bases tucanas sobre o tema.

O ex-governador disse ainda que a decisão do partido deve ser tomada até o final do mês que vem, caso contrário, ele avalia que o tempo será insuficiente para a preparação de um programa de governo.

Guerra chegou à capital paulista ontem com a missão de pacificar o partido, dividido entre a candidatura de Alckmin e o apoio à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que era vice do ex-prefeito e governador de São Paulo, José Serra.

Em contrapartida, Guerra argumentou que Alckmin deve ajudar a "esvaziar" ou "desestimular" a manifestação da próxima quinta-feira, encabeçada por um grupo de apoiadores do ex-governador, em favor da candidatura própria. O senador teme que eventos desse tipo aumentem ainda mais o fosso entre as duas alas e dinamitem todas as pontes com o DEM.

Também em São Paulo, o senador Tasso Jereissatti (CE), disse ontem à noite que o "objetivo final da visita de Guerra é fazer um consenso, não uma unanimidade, mas que o sentimento do partido nacional é de uma candidatura própria".

Serra, no mesmo evento em que estava Tasso, se recusou a comentar o assunto. Segundo a Folha apurou, o governador havia se reunido com Guerra momentos antes, e teria dito o vem repetindo sempre: não irá se opor, pelo menos publicamente, à possibilidade de Alckmin sair candidato.

Com a reunião de ontem, Alckmin espera ter transferido ao partido a responsabilidade sobre a disputa em São Paulo, a exemplo do que fez o PSDB do Rio de Janeiro, que contou a participação de Guerra na decisão de se coligar com o PV.

Mais cedo, em Caxias do Sul (RS), Alckmin repetiu sua agenda da eleição presidencial de 2006 e esquentou os ânimos nos bastidores tucanos, já que se recusou a descartar seu nome do rol de cotados para a sucessão do presidente Lula. Ele disse que ainda é muito cedo para discutir o assunto e criticou o governo federal.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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