Brasil
28/03/2008 - 16h21

Preterido, Vladimir Palmeira já admite apoio a provável vencedor de prévias do PT no Rio

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LUISA BELCHIOR
Colaboração para a Folha Online, no Rio

Um dos pré-candidatos à Prefeitura do Rio pelo PT, o ex-deputado federal Vladimir Palmeira disse na manhã desta sexta-feira que tem "esperanças de ser o candidato" escolhido pelo seu partido para disputar o cargo municipal.

No entanto, caso perca as prévias que o PT fará no próximo domingo para o deputado estadual Alessandro Molon --também pré-candidato e que conta com o apoio do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB)--, afirmou que irá apoiá-lo.

"Se o Molon ganhar, vai ter nosso apoio. Todas as vezes que eu perdi [prévias], eu apoiei o candidato escolhido", afirmou Palmeira.

No domingo, ao longo do dia, serão realizadas as prévias na capital fluminense para definir quem será o candidato petista que vai encabeçar a provável chapa PT-PMDB.

Petistas que acompanham o processo afirmam que Molon será o vitorioso e que o grupo de Palmeira está isolado e representa uma minoria no partido. No entanto, o ex-deputado federal lidera um movimento que defende o purismo do PT, o que confrontaria com a parceria com o PMDB.

Para os petistas do Rio, Molon é o nome que conseguirá a unidade da legenda não só na capital, como também no interior do Estado. A Folha Online apurou que Molon --que é apontado como um tipo de bom trânsito e fácil acesso-- virou também uma espécie de símbolo para o PT, que sonha com a prefeitura.

Apesar de o resultado das prévias de domingo ser dado como certo e favorável a Molon, os petistas devem se preparar para eventuais dificuldades com o PMDB do Rio. É que um grupo de peemedebistas liderados pelos deputados federais Marcelo Itagiba e Nelson Bournier não aceita a aliança negociada por Cabral.

Itagiba e Bournier se queixam que foram prejudicados nos seus projetos pessoais. Ambos planejam sair candidatos nas eleições de outubro. Itagiba quer ser pré-candidato pelo PMDB na capital fluminense, enquanto Bournier negocia uma prefeitura na Baixada Fluminense. Os dois disseram ter sido surpreendidos pelas articulações do governador.

Na próxima semana, o presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), deve reunir a bancada federal do partido no Rio e também os dirigentes da legenda no Estado e na capital. Temer tentará conter os ânimos e buscar consenso.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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