Publicidade

Publicidade
Brasil
07/04/2008 - 19h08

Assessor de Lula nega relação do governo federal e do PT com as Farc

Publicidade

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, disse nesta segunda-feira que o governo brasileiro e o PT não têm "canais de comunicação" com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Garcia reiterou ainda que o governo "está profundamente" preocupado com a situação de Ingrid Betancourt e dos demais reféns que se encontram em poder das Farc.

"O governo brasileiro não possui canais de comunicação com as Farc. Essa é igualmente a situação do Partidos dos Trabalhadores [PT]", afirmou Garcia, em nota de cinco parágrafos, divulgada nesta segunda-feira via assessoria de imprensa.

O assessor afirmou também que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apóia a iniciativa do colega francês, Nicolas Sarcozy, que apelou pela libertação de Ingrid Betancourt. "O respeito à soberania da Colômbia em nenhum momento levou o governo brasileiro à posição de indiferença em relação aos reféns, menos ainda com respeito à senadora Betancourt cuja sorte nos preocupa bastante", disse Garcia.

O assessor afirmou que Lula, nos contatos freqüentes com o colega da Colômbia, Álvaro Uribe, coloca-se à disposição para colaborar com o fim do impasse envolvendo as Farc e o governo colombiano. Garcia disse ainda que ele e o Itamaraty seguem as orientações de Lula nas negociações com a diplomacia colombiana.

"O presidente Lula tem se colocado à disposição para facilitar uma operação humanitária que resolva este doloroso impasse. Essa atitude tem sido a mesma do Itamaraty e da Assessoria Especial do presidente em seus contatos com a diplomacia colombiana", disse Garcia.

O assessor especial anexou à nota escrita por ele uma outra, do presidente Lula do dia 1º de abril. Nela, o presidente informa que apóia o apelo de Sarcozy e as ações que visem a libertar os reféns em poder das Farc.

Comentários dos leitores
mario pedrosa (172) 23/12/2009 01h13
mario pedrosa (172) 23/12/2009 01h13
Lamentável que atrocidades como essa ( a degola do governador colombiano) ainda ocorram. Provocada por um movimento guerrilheiro que já perdeu as raízes, que não sabe mais porque luta. sem opinião
avalie fechar
Jorge Bronze (44) 02/12/2009 07h58
Jorge Bronze (44) 02/12/2009 07h58
JR, você deveria dizer que os votos estão sendo comprados juntamente com suas consciências. Os bolsas diversas não dignificam ninguém, apenas resolvem num momento o seu problema, este desgoverno pretende criar mais dois bolsas, o da cultura e o do celular, isso se chama compra de voto, e o PT é PHD nisso, agora falar em 3º mandato para o imcomPeTente, é exatamente fazer o que o lixo do Zelaia iria fazer, se perpetuar no poder como alguns idiotas estão querendo fazer na América Latina, simplificando alguns são cópias baratas do Hugo Chavez e este por sua vez é uma planta nascida do esterco da revolução cubana. Este governo, tem sim laços de amizade com as FARC, pois guerrilheiro defende guerrilheiro, o caso mais conhecido neste governo é a Dilma, que era também colega do heroi do PT "Lamarca", guerrilheiro assassino cruel, assaltante de bancos, (aliás a Dilma também foi), sequestrador, ladrão de armas do exército, desertor, e ainda assim sua familia recebeu mais de um milhão de indenização mais a pensão de coronel. sem opinião
avalie fechar
Ricardo Perrone (55) 12/11/2009 11h26
Ricardo Perrone (55) 12/11/2009 11h26
O Governo colombiano não deveria exercer esse tipo de artifício para capturar assassinos, bandidos ou guerrilheiros. Pagar recompensa é um estímulo a práticas detestáveis do caráter humano, como: ganância, traição e mentira. O governo deveria pegar o valor de tal recompensa e empregar nas atividades investigativas da polícia ou mesmo em sua modernização. O Estado deve ter por meta estimular o bom comportamento na sociedade, banindo práticas detestáveis mesmo que sejam por uma boa causa. 6 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (278)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca