Orlando Silva diz que vai pedir ressarcimento se gastos com cartão forem regulares
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O ministro Orlando Silva (Esportes) disse nesta terça-feira que vai pedir ressarcimento aos cofres públicos dos recursos devolvidos por ele à União para compensar despesas irregulares realizadas com cartão corporativo, caso fique comprovado que as movimentações foram legais. O ministro devolveu R$ 30.870,38 ao Tesouro Nacional, com recursos tirados de sua poupança, para ressarcir eventuais despesas pessoais que tenha realizado com o cartão desde que assumiu o ministério, em maio de 2006.
"Eu tomei uma decisão pessoal de recolher aos cofres públicos os gastos dos cartões. Eu solicitei auditoria e me reservo o direito de ser ressarcido ao final da auditoria do governo", afirmou. Silva disse acreditar que a auditoria do governo federal vai comprovar que o dinheiro devolvido por ele aos cofres públicos é maior que os gastos pessoais realizados com os cartões --como a compra de uma tapioca de R$ 8,30.
Depois de prestar depoimento nesta terça-feira por quase duas horas na CPI dos Cartões Corporativos, Silva disse que a oposição "cumpre o seu papel" quando critica o governo federal. O ministro evitou responder à provocação do deputado Vic Pires (DEM-PA), que pediu que Silva "mande o governo para o raio que o parta" depois de aprovar o seu depoimento à CPI.
O depoimento do ministro rendeu elogios da oposição, que se mostrou sensível aos argumentos apresentados por ele para a compra de uma tapioca e o pagamento de despesas de sua família em um hotel do Rio de Janeiro com cartões corporativos.
Críticas
O relator da CPI, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), criticou a mobilização de partidos de oposição para criar uma nova comissão no Senado que vai investigar irregularidades do governo com cartões corporativos. "É desperdício do dinheiro público. É só fazer o levantamento de gastos de duas CPIs simultaneamente que vamos encontrar mais recursos empregados do que eventuais irregularidades em gastos com cartões corporativos", disse Sérgio.
Na opinião do relator, a CPI mista (com deputados e senadores) não encerrou suas atividades ao negar a convocação de autoridades e a quebra de sigilos de gastos da Presidência da República com os cartões.
"Os que estão reclamando que não têm o que fazer deveriam ser debruçar no material que foi enviado para o arquivo da CPI. O que não é sigiloso é mais de 99% do que foi gasto pelo governo", afirmou Sérgio.
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Especial


Assim, não se vai a lugar,algum.
Enquanto o Governo,tratar o assunto, de forma "política, para o Inglês, ver",não passaremos do desmatamento desordenado, e exploração dos recursos,concentração de rendas, etc...,ficará por aí.
A Amazônia e seu processo de desmatamento,requer, a meu ver, a constituição de uma COMISSÃO de notáveis, nas areas de infraestrutura,energia,agricultura,recursos naturais,engenharia de obras,e desenvolvimento sustentável,urbanismo e implantação de cidades e PESSOAS.
Estes, selecionados , reunidos e remunerados, para tal, elaborariam um PROJETO COMPLETO, incluindo o Gerenciamento do mesmo - um plano Marshall Tupiniquim - para Desenvolvimento, da região de abrangência, integrado, a fim de ocupação racional, autosustentável e harmonico.
" FOCO e Desenvolvimento TOTAL "
Teriamos aí, sim o maior PAC , do MUNDO , por 20 anos, futuros.
Até que poderia ocorrer,por osmose, o envolvimento
dos países vizinhos, que margeiam o rio Amazonas.
Dinheiro, pelo visto, não FALTA.Basta organizar e mandar " BALA ".
Aposto neste MEGA PROJETO, como Vitorioso.
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Existem diversas areas desmatadas que agora estão com pastagem degradada.
Grande parte dos ruralistas querem mesmo é vender madeira e lucrar muito. Depois vendem a terra aos pequenos produtores rurais (isto aconteceu e acontece em todo o Brasil).
Outra coisa, se o solo da amazonia não mudou, quando desmatarem aquilo-lá, vai tudo virar deserto.
O solo dos EUA e EUROPA é diferente daqui, possui quantidade de argila diferente e capacidade de armazenamento de água diferente, não dá para comparar.
Decisão técnica e não política.
Muitas ONGs são honestas mais que os políticos de plantão.
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