Presidente do PSDB apela a tucanos para definir candidatura em SP até o fim do mês
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), cobrou hoje da bancada que se defina até o final do mês sobre a situação do partido na disputa municipal em São Paulo. Preocupado com o crescimento da candidatura da ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT), na corrida pela prefeitura, Guerra aproveitou a passagem do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) por Brasília para fazer um apelo aos tucanos.
"Não pode demorar muito [para se resolver a questão de São Paulo]. O PSDB deve resolver isso logo porque os tucanos correm o risco de serem prejudicados em uma eleição, na qual somos favoritos, pelo atraso de uma definição", disse Guerra, afirmando que conversa diariamente com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e com o comando do diretório municipal do partido.
Segundo Guerra, o PSDB paulistano continua dividido entre o grupo que apóia a candidatura do prefeito, Gilberto Kassab (DEM), e a ala que é favorável à candidatura própria de Alckmin. De acordo com o senador, todos querem uma aliança com o DEM, mas a divergência sobre a forma predomina no debate.
"Temos de resolver isso. Não há dúvida de que a aliança com o DEM é o caminho para a gente ganhar em São Paulo", afirmou Guerra, que passou o dia entre reuniões com Alckmin, conversas com Serra e o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ).
Alckmin almoçou com a bancada do PSDB no Senado e depois participou de uma reunião com os deputados. O tucano negou que pense em ter o ex-governador Orestes Quércia (PMDB) como seu candidato a vice-prefeito. Segundo ele, é "cedo" para esse tipo de conversa, uma vez que aguarda a definição da legenda sobre ter ou não candidato próprio nas eleições de outubro.
Nas conversas, Alckmin reiterou sua defesa pela candidatura própria. Mas optou por dizer que vai seguir a orientação que for definida pelo comando do partido. No entanto, admitiu que deve ocorrer segundo turno na capital paulista.
"O PT certamente vai estar no segundo turno, já que tem sempre de 25% a 35% de apoio [dos eleitores]", afirmou Alckmin, após as reuniões.
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Especial


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Você se acha o "MÁXIMO",porém não consegue
a presença dos Presidentes Latinos,para a reunião
em Manaus!!!!Que cano coletivo,hein????
Nem seu mentor CHÁVEZ apareceu!!!!
Estamos vendo a moral que nosso Presidente e seu
assessor Marco TOP TOP tem com os "GRANDES ES-
TADISTAS" sulamericanos!!!
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