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Brasil
11/04/2008 - 19h04

Kassab diz que não tem posição sobre permanência no DEM se for preterido nas eleições

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
Colaboração para Folha Online

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), ainda não tem uma posição sobre sua permanência no DEM caso não seja o candidato do partido à sucessão. A candidatura de Kassab está indefinida porque DEM e PSDB ainda não decidiram se vão manter a coligação.

Questionado sobre o assunto, Kassab disse que prefere esperar a decisão do partido em maio, quando o DEM deve definir se mantém a aliança com o PSDB ou sai sozinho na disputa. "Até lá prefiro me dedicar aos trabalhos à frente da Prefeitura", disse o prefeito, durante o lançamento de uma fundação espanhola em São Paulo. "Temos de escolher um candidato antes de junho", disse.

Na avaliação de Kassab, a demora para a escolha do candidato da aliança entre DEM e PSDB não deve prejudicar sua futura candidatura. "O desejo pessoal de me candidatar não pode prejudicar as negociações do partido com o PSDB em torno de uma aliança".

No começo da semana, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), pediu pressa ao partido na indicação do ex-governador Geraldo Alckmin para concorrer à cadeira de Kassab nas eleições de outubro.

"Não pode tardar [a escolha de Alckmin]. Temos uma candidatura posta de um lado [do PT] e dois possíveis nomes no outro campo", afirmou Guerra, após encontro com o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), na segunda-feira (7). "O PSDB deve resolver isso logo porque os tucanos correm o risco de serem prejudicados em uma eleição, na qual somos favoritos, pelo atraso de uma definição".

Kassab espera que a aliança permaneça e que ele seja o candidato escolhido. "É natural que eu seja o candidato até porque nossa aliança é muito vitoriosa. Ela elegeu por duas vezes o presidente Fernando Henrique Cardoso, elegeu o Alckmin para o governo do Estado e o Serra para o governo e prefeitura de São Paulo".

Sobre a possibilidade de acabar indicado como vice em uma chapa com Alckmin, ele afirma que é impossível. "Não é possível porque, para isso, eu precisaria renunciar ao cargo".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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