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Brasil
14/04/2008 - 22h19

Líderes do PSDB e do DEM admitem problemas para costurar aliança em São Paulo

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
Colaboração para a Folha Online

Os principais líderes do PSDB e do DEM admitiram na noite desta segunda-feira que há problemas para costurar a aliança entre os dois partidos nas eleições para a Prefeitura de São Paulo. Os partidos consideraram legítima a disputa entre o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e desdenharam o crescimento nas pesquisas da ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT).

Segundo o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), os partidos ainda têm esperanças de que a aliança na capital paulista seja confirmada, mas admitiu que o prefeito e o ex-governador têm suas razões para disputarem a eleição deste ano.

"Nosso compromisso é tentar [a aliança] até o último minuto, mas é legítimo que o Kassab dispute a reeleição, enquanto o Alckmin também acha justo disputar. Todos os envolvidos ainda acreditam na aliança. Se ela não for possível, estaremos juntos no segundo turno", afirmou o deputado, após reunião a portas fechadas em um hotel de São Paulo com os principais líderes dos partidos.

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), acredita na tendência de racha entre as siglas no primeiro turno em São Paulo. "Exergo dois candidatos", disse. "Mas o DEM sempre será um grande aliado do PSDB e nós sempre seremos o maior aliado do DEM".

Os partidos não acreditam que a demora na definição de um candidato em São Paulo esteja ajudando a ex-prefeita Marta Suplicy a subir nas pesquisas. "Na política não tem prazo", afirmou Rodrigo Maia. "A prefeita tem o patamar do PT, vai ser difícil que ela continue a subir".

Além dos presidentes do DEM e do PSDB, participaram do encontro o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), os deputados federais Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), José Aníbal (PSDB-SP) e Rodrigo de Castro (PSDB-MG), os senadores Marco Maciel (DEM-PE), Arthur Virgílio (PSDB-AM), Marisa Serrano (PSDB-MS) e Agripino Maia (DEM-RN) e o presidente de honra do DEM, Jorge Bornhausen (SC).

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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