Brasil
16/04/2008 - 08h38

Governo endurece regras de repasse a ONGs

da Folha Online

Reportagem de Leila Suwwan e Marta Salomon, publicada na edição desta quarta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), informa que o governo alterou as regras de repasse de dinheiro público para ONGs (organizações não-governamentais). A alteração foi feita ontem por meio de decreto.

O decreto antecipa medidas como a proibição de contratar entidades ligadas a parentes de servidores públicos e políticos. A expectativa era que essas medidas entrassem em vigor só em julho.

Por outro lado, o governo revogou exigência de 30 dias para a prestação de contas das ONGs --medida instituída após a Operação Sanguessuga, da Polícia Federal, que desarticulou um esquema de fraude na compra de ambulâncias por meio de emendas parlamentares. O esquema envolvia parlamentares, prefeituras e empresários.

Pelo decreto, publicado no "Diário Oficial" da União de ontem, ficam proibidos convênios com entidades cujos dirigentes são autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário, servidores públicos das pastas responsáveis pelos contratos ou seus familiares diretos.

Leia reportagem completa na edição de hoje da Folha.

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Comentários dos leitores
Alcides Emanuelli (177) 06/08/2008 05h52
Alcides Emanuelli (177) 06/08/2008 05h52
Olha amigos, estava pensando e cheguei a conclusão que as unicas instituições que deveriam ter dinheiro do Estado Brasileiro devem ser: As escolas publicas (educação), segurança (policias), saúde (hospitais).
Quanto ao resto deveria acabar, porque fazem parte de um sistema corrupto e viciado.
Os varios tipos de bolsas, como: familia, educação e outros deveria ser substituido por trabalho para quem recebe esses recursos.
O setor privada da saúde e educação. deveria procurar bancos para seus financiamentos e investimentos, tantos publicos como privados, o mesmo com grandes obras como hidroeletricas, estradas, aéreoportos e Portos, todos que são para a iniciativa privada dar esse direito para eles investirem.
Vamos colocar cada coisa em seu lugar e empresas como infraero, portos, correios, devem ser privatizadas.
Bancos publicos, BB, CEF, BNDES, BANCO CENTRAL, fundidos em uma só instituição publica, mais agil e competente.
Assim começa amigos a seriedade e competência administrativa.
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Alcides Emanuelli (177) 06/08/2008 05h43
Alcides Emanuelli (177) 06/08/2008 05h43
Eu nunca vi coisa igual! é todo momento toda hora alguem quer tirar uma casquinha da União.
Que coisa vergonhosa isso tudo! agora é a vez das ONGS, da lavagem de dinheiro de obras superfaturadas, de mensalão, de ambulâncias, enfim de muitas coisas sem fim, nepotismo, empreguismo, gastos sem limites, instituições despreparadas, como: infraero, portos, correios.
Bem se formos começar a sitar não conseguiremos chegar ao fim de tantos escandalos, mas o que deveria ser feito e providencias que deveriam ser tomadas e a demissão dos envolvidos, mas esses ladrões não devolvem nada e nem ficam presos.
Quanta impunidade isso tudo e ninguem fala nada, até parece que o papel da policia federal e fazer todo o barulho sobre a corrupção, ai as pessoas são presas no mesmo dias são soltas e tudo fica assim, logo depois são absolvidos e se regulariza mais uma corrupção no Brasil como foi o caso do mensalão, das ambulancias, agora do Oportunity do Caciolla e o Lalau será que ainda esta na cadeia!
sem opinião
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Olá,
Esta é mais uma das falcatruas, dentre tantas...no entanto, diante do que escutamos e vimos, isto é café pequeno.Sou professor universitário em Brasília e tenho inúmeros alunos que trabalham na estrutura federal. Com relação a compras, não importa o valor, TODAS têm a verba do "choro". ONGS? Bem, para os espertos uma rica fonte de recursos. Mas estas, ao menos, são mais fáceis de se fiscalizar -caso se tenha alguma vontade para isto. Sinto-me doente com o que vejo.....sinto-me sem esperança. Não é uma questão de sensação, mas de constatação do quanto estes "novos" comissionados, algo equivalente aos "noveau riche" cônscios da impunidade, dilapidam financeiramente, intelectualmente, moralmente nossa estrutura.
Socorro!
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