Presidente Lula afirma que Dilma é mãe, avó e tia do PAC
da Folha Online
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira durante cerimônia do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em Ribeirão das Neves (MG) que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) é a mãe, a avó e a tia do programa. Segundo o presidente, a ministra coordena o PAC para que o programa possa ser concretizado.
"A Dilma é na verdade a mãe, a avó, e a tia do PAC, porque eu aprendi que se a gente anuncia uma obra e não fica atrás dela o tempo inteiro essa obra não acontece", afirmou.
Lula explicou que Dilma coordena o conselho gestor do PAC --formado pelos ministros da Fazenda, Planejamento e o da área do programa-- para os recursos possam chegar ao destino.
"E por que ela coordena [o PAC]? porque senão, a agente anuncia o dinheiro e passa o mandato e o dinheiro não chega. Ele não sai do Tesouro Nacional", afirmou.
Antes da cerimônia em Ribeirão das Neves, o presidente já havia falado que a Dilma era a mãe do PAC, como nas recentes solenidades do programa em várias cidades do país.
Na Vila São José, em Belo Horizonte, o presidente justificou porque chama a ministra de mãe do PAC.
"Outro dia, no Rio de Janeiro, eu disse que a Dilma era a mãe do PAC. E por que ela é a mãe do PAC? É porque o PAC só funciona porque esta mulher, certamente, toma mais conta do PAC do que tomou conta da filha dela", afirmou.
Segundo Lula, o PAC tem que ser controlado porque, caso contrário, não funciona. "É por isso que eu disse que a Dilma é a mãe do PAC. É porque depende dela cobrar dos prefeitos, depende dela cobrar dos outros ministros, depende dela cobrar dos governadores", afirmou.
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Especial


A insegurança jurídica propiciada pelo Estado é o grande e irreparável infortúnio. Nada se equivale a ela por destruir o "contrato social", o direito (enquanto patrimônio pessoal) de todos e cada um. Toda a violência que assistimos em nosso dia-a-dia nasce nela pelo efeito multiplicador do exemplo negativo que a realidade do destroçado aparato de segurança do Estado, incluindo aí o judiciário, torna evidente. As autoridades públicas estão perfeitamente conscientes disto.A legalidade insistentemente repetida que reside na mentira do "Estado Democrático de Direito" os torna intocáveis. As condutas prepotentes, arrogantes, insensíveis que escarnece e faz pouco caso da opinião pública são tantos e freqüentes que seria enfadonho citar, por mais, escrevo em ambiente de privilegiados, que pensam. O Direito, hoje, mais do que outrora tornou-se instrumento de poder com a conivência de seus aplicadores e formadores.O Estado encontra nele sua fonte renovável de poder materializada nas MPs: esbulho totalitário.
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Nem o mais crente e ingênuo dos brasileiros acredita. Mensalão não é novidade, é curso de pós-graduação política.OAB, Oposição! Os sujos falando dos mal lavados. A OAB não é mais a mesma; e, oposição, qual? A OAB vem sofrendo um desgaste progressivo em face o corporativismo, politização e má formação do advogado que é péssima tanto na essência quanto na visão do Direito que vige.Isto a não se lembrar o ambiente de trabalho dele, o judiciário: promíscuo, despreparado e retrógrado. Acresce lembrar a lei, instrumento de trabalho dele, que não mais representa a vontade geral, mas, a do grupo no poder. Oposição, na realidade, grupos fortuitos e/ou circunstanciais de interesses movidos pelo escândalo de plantão que a qualquer cochicho que avente vantagem deixam o dito pelo não dito. Existisse "oposição política" fundada em valores e Lula e seus asseclas mensaleiros não estariam livres, leves, soltos e faceiros.
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