Brasil
18/04/2008 - 17h31

DEM alerta contra clima de insurreição em reservas e critica governo por intimidar general

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da Folha Online, em Brasília

O presidente do DEM, deputado federal Rodrigo Maia (RJ), divulgou nota apoiando o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, que foi cobrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por criticar a política indigenista do governo. Anteontem, o general chamou a política de "caótica" e "lamentável".

Em nota, Maia cobra "medidas efetivas contra o clima de quase insurreição que temos vivido". "A pretexto de transformar tribos em 'supostas nações independentes', ONGs estrangeiras interessadas em consolidar a invasão do território nacional, agem livremente na reserva, que faz fronteira com a Venezuela e a Guiana."

Os índios, entretanto, negam representarem uma ameaça à soberania nacional. "Pedimos para o presidente que entenda que nós, as populações indígenas, também defendemos as faixas de fronteira. Não é o que o general disse que nós somos um empecilho. Não somos um empecilho", reagiu o vice-presidente da Coordenação das Organizações Indígenas Brasileiras, Marcos Aporinan, que se encontrou hoje com o presidente Lula.

O presidente do DEM critica o que chama de suposta tentativa de intimidar o general Heleno. "Com o pedido de explicações, o governo busca intimidar, ameaçar e silenciar o comandante com o objetivo de enfraquecer a posição de todos os que defendem a revisão da política indigenista do governo porque ela implica ameaça à segurança nacional", diz ele.

Maia afirma ainda que o governo "atua com permissividade e leniência ante as ilegalidades de grupos que investem contra a democracia, o estado de direito e a segurança pública". "É com apoio, estímulo e financiamento público que o MST pratica ações ilegais e achincalha o direito de propriedade previsto na Constituição sem receber nenhuma advertência."

Comentários dos leitores
antonio lucio (1) 18/11/2009 13h13
antonio lucio (1) 18/11/2009 13h13
Será que os retardados mentais que defendem esta miliicia indigina, por tras disto esta as FARC e por tas delas o Chaves, o louco, o debiloide. Pelo amor de Deus. vc querem o que uma querrilha camponesa, entre os sem terra, seringueiros, agricultores, pequenos pecuaristas e os indiginas. Será um massacre atras do outro. O estado é quem que deve estar presente nestes conflitos, esta ai a PF, o Exercito. Agora temos um governo incompetente, irresponsável e incapaz de evitar as invações de terras indiginas ai é outra coisa. Daqui a pouco, vamos ter as milicias, dos seringueiros, dos sem terras (este já existe), dos pequenos pecuaristas e dos agricultores. Teriasmos ai um estado sem lei. Mais ano que vem temos oportunidade de mudar isto. Se Deus quiser vamos mudar e expulsar estes petistas do poder. e olhe quando eles sairem veremos o mar de lama sair das bocas dos bueros e acha lama e podridão. sem opinião
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tereza rocha (3) 17/11/2009 20h28
tereza rocha (3) 17/11/2009 20h28
sem proteção os indios ficam a mercê de todos os perigos existentes na Amazonia.Agora as Farc tambem querem se aproveitar da fraqueza indigena. 1 opinião
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Tiago Garcia (38) 17/11/2009 17h34
Tiago Garcia (38) 17/11/2009 17h34
Se o Estado falha em comparecer e dar proteção a estes silvícolas acho, em minha opinião, que eles tem todo direito de se organizarem e de se protegerem.
E pela boa iniciativa deles de se submeterem ao Estado Brasileiro e nossas leis demonstram muito boa vontade com a nação e merecem sim ser amparados visto a peculiaridade da situação de isolamento e as dificuldades que as policias atuais passam para protege-los.
Apoio a idéia.
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