Funcionários da Unifesp votam pela permanência de reitor
da Folha Online
Os funcionários da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) decidiram em assembléia desta quinta-feira rejeitar a saída do reitor da universidade, Ulysses Fagundes Neto. Ele é acusado de gastar R$ 12 mil em viagens internacionais, nos últimos dois anos, com cartão corporativo.
De acordo com a assessoria da Unifesp, 85 funcionários votaram pela permanência do reitor, enquanto 20 pediram seu afastamento temporário e três servidores se abstiveram.
Na assembléia de hoje, os técnicos também aprovaram um pedido de explicações sobre sua conduta à frente da instituição.
O próximo passo ficará por conta dos estudantes, que marcaram assembléia para a próxima sexta-feira (25) e a divulgação do resultado de um plebiscito nos cinco campi da Universidade em que funcionários, professores e alunos devem responder à pergunta: "Você é a favor da saída do reitor?".
Docentes
Ontem, os professores da Unifesp rejeitaram o afastamento de Fagundes Neto. No total, 165 professores foram contrários à proposta, 5 foram favoráveis. Houve 13 abstenções.
A assembléia foi realizada pela Adunifesp (Associação dos Docentes da Unifesp) e reuniu cerca de 200 pessoas, segundo o diretor de imprensa da associação, Francisco Lacaz. "Um número expressivo de docentes próximos ao reitor participou da votação", explica. Para ele, esse foi o motivo pelo qual os docentes não aprovaram o pedido de afastamento de Fagundes Neto.
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Agora o TCU tem uma meta maior e poderia pedir ajuda para a policia federal é ver todos so custos com atletas e estruturas para nossa delegação que foi para China.
Vamos ser corretos e fazer uma analisa do Balanço desses instituições, aquelas que usarão o dinheiro da União, que nada mais é do que o dinheiro do povo brasileiro.
É bom ver atletas nos representando e eles tem que serrem remunerados por seus trabalhos, como todos que estiveram ligados e fizeram acontecer essas representações, mas não podemos aceitas gastos acima do programado do valor real.
O que aconteceu com o Pan que se programos um custo de 2 bilhões e se gastou 4 bilhões é um absurdo, uma falta de responsabilidade, agora vamos ter responsabilidades e seriedade e fiscalizar esses gastos.
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Não consegue nem controlar os gastos dos seus previlegiados, mais cabide de emprêgo.
Até onde isso vai parar ?
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