Brasil
29/04/2008 - 17h58

Executiva Nacional do PSB apóia aliança com PSDB em Belo Horizonte

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

A Comissão Executiva Nacional do PSB recomendou nesta terça-feira que o Diretório Estadual do partido mantenha as negociações para fechar uma aliança com o PSDB em Belo Horizonte. A orientação vai em direção contrária à decisão da Executiva Nacional do PT que vetou a parceria PSB-PT-PSDB.

Em nota oficial, o comando do PSB divulgou a orientação. "A direção socialista de Minas Gerais decide recomendar à seção estadual do PSB que, na condução do processo político-eleitoral, considere essa necessidade de ampliar o arco de alianças, inclusive com o PSDB mineiro, como melhor caminho para assegurar o sucesso dessa candidatura e a continuidade das administrações progressistas de Belo Horizonte", diz a nota.

O pré-candidato a prefeito numa eventual aliança PSB-PT-PSDB é o atual secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Márcio Lacerda. O nome de Lacerda foi lançado com o apoio do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e do prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT).

O presidente nacional do PSB, o governador Eduardo Campos (PE), reiterou hoje sua confiança na possibilidade de ampliar a aliança em torno de Lacerda incluindo o PSDB. "O apoio do PSDB é importantíssimo. Apoiamos a aliança com o PSDB mineiro. Ainda há muito tempo para avançar nas conversas", disse ele.

Segundo Campos, o prazo final para fechar uma eventual aliança é 30 de junho, o que para ele é tempo suficiente para negociar e buscar uma solução para o impasse. Ele evitou afirmar se o PSB tende a escolher o PSDB ou o PT caso não se chegue a um acordo para a aliança ampla.

Já o vice-líder do PSB na Câmara, deputado Ciro Gomes (CE), minimizou o tom crítico em relação à proibição do PT de fechar uma aliança com o PSDB em Belo Horizonte. "Eu disse que era uma decisão incompreensível e inexplicável", afirmou ele. "Tenho muita esperança [que será possível viabilizar uma ampla aliança com o PSDB]."

Gomes afirmou ainda que é um equívoco imaginar que as negociações para as eleições deste ano têm relação direta com as eleições de 2010. "Trata-se de um equívoco imaginar que os movimentos de agora podem representar algo para 2010", afirmou ele.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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