Brasil
01/05/2008 - 08h42

PF vê em cheques pista de desvios do BNDES e de lavagem de dinheiro em prostíbulo

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da Folha Online

Reportagem de Mario Cesar Carvalho, publicada na edição desta quinta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), informa que Polícia Federal encontrou cópias de dois cheques que comprovam, na interpretação dos delegados, a hipótese de que um prostíbulo de São Paulo distribuía dinheiro desviado do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) entre integrantes de uma suposta quadrilha.

Anexados às cópias dos dois cheques, de R$ 18.397,50, papéis traziam iniciais PA e RT. A polícia acredita que essas iniciais são as do deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, e do advogado Ricardo Tosto --que integra o conselho de administração do BNDES por indicação da Força Sindical, presidida por Paulinho.

Os cheques foram emitidos em 15 de fevereiro último pela WE Bar e Restaurante, a fachada legal do prostíbulo WE, de acordo com interpretação da PF. Os cheques foram apreendidos no escritório do empresário Marcos Vieira Mantovani, preso na quinta-feira da semana passada durante a Operação Santa Tereza, da PF, que desarticulou um esquema de desvio de recursos do BNDES. Para a PF, o grupo obtinha empréstimos no BNDES por meio da influência política de Paulinho e de Tosto.

De acordo com a reportagem, a PF acredita que a conta corrente do prostíbulo servia para dar uma aparência legal aos recursos desviados. Leia reportagem completa na edição de hoje da Folha.

Outro lado

O deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) não quis comentar a investigação.

O advogado José Roberto Batochio, que defende Ricardo Tosto, diz não ter visto os cheques anexados pela polícia no pedido de renovação das prisões. Ele afirma que se tivesse não falaria, pois o inquérito está sob segredo de Justiça.

Comentários dos leitores
roberto djalma barros (1) 08/07/2009 05h44
roberto djalma barros (1) 08/07/2009 05h44
Nas prisões em Dourados-MS pela PF, o vereador Marcelo Barros foi testemunha dos fatos,não foi preso,como noticiou a folha. Por favor reparem esse erro, em uma hora logo pela manhã ela já se econtrava com a impensa. Elaé p unico opositor da administração municipal. Ele denunciou parte dos fatos. 1 opinião
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Igor Bevilaqua (373) 07/07/2009 18h48
Igor Bevilaqua (373) 07/07/2009 18h48
Em poucas horas, todos estarão soltos..., é só chegar até as primeiras instâncias da "JUSTIÇA", que a soltura é imediata. sem opinião
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Alexandre Martins (2) 07/07/2009 16h31
Alexandre Martins (2) 07/07/2009 16h31
avisem a PF e ao MPF que eles tem muito o que fazer no congresso nacional. Não sei o pq ninguém é preso por lá !!!!! Dá impressão que tem certas pessoas acima da lei neste país !!!! sem opinião
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