Ação conjunta liberta 8 em fazenda de Mato Grosso
da Agência Folha, em Campo Grande
O Ministério Público do Trabalho anunciou ontem a libertação de oito trabalhadores que eram mantidos em regime análogo à escravidão em uma fazenda de Marcelândia (690 km de Cuiabá) --campeã de desmatamento no segundo semestre de 2007.
No domingo, a Folha publicou levantamento que indica que os municípios que mais desmatam na região amazônica são também os líderes nas listas de trabalho escravo e violência no campo.
Em Marcelândia, segundo a procuradoria, os trabalhadores nunca receberam salário pelos serviços que prestavam ao proprietário da fazenda Nossa Senhora Aparecida -que não teve seu nome divulgado. A operação foi realizada pelo Ministério Público, por auditores fiscais e policiais rodoviários.
O flagrante ocorreu após a denúncia de um dos trabalhadores, que, em fevereiro, conseguiu sair da propriedade. Após o resgate, segundo o Ministério Público, os trabalhadores receberam os pagamentos e os direitos trabalhistas.
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Especial


Enquanto as elites não assumirem publicamente com ações, a sua história escravocrata, esses casos irão se repetir e se perpetuar.
Esperamso também que os próximos governos dêem continuidade ao processo de fiscalização.
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No Governo anterior da elite, foi pego no Para, uma fazenda com quase 300 trabalhadores em regime pior que a escravidão do passado. Viu no que que deu? O dono da Fazenda era amigo do FHC, e pior, na hora de punir ainda descobriu que a fazenda estava em nome de outros. Estes outros eram os verdadeiros donos das terras que tinham morrido de mortes estranhas, e ali eram os posseiros. Posseiros que na hora de tirar emprestimos vultuosos são os donos, administradores e tudo mais. Quem denunciava morria. Sumiam com o dinheiro porque eles não eram donos de nada. E ainda veio o Alckimim querendo revitalizar o projeto SUDAN, que sabia de tudo mesmo assim dava didim pra eles, na ideia ficticia que ia desenvolver a |Amazonia.
Abre os olhos só porque não viamos tanta gente presa neste pais, não significa que estava certo.
A coisa corria frouxa, e agora ainda tem muitas irregularidades, e se houver participação de todos ainda podemos melhorar porque neste governo estamos encontrando apoio para ao menos reclamar por justiça.
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