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Brasil
03/05/2008 - 10h15

PSDB quer ampla coligação em Curitiba para tentar bater PT no 1º turno

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DIMITRI DO VALLE
da Agência Folha, em Curitiba

O PSDB de Curitiba articula a formação de uma ampla coligação para tentar vencer a eleição municipal no primeiro turno contra o PT, que tem Glesi Hoffmann, mulher do ministro Paulo Bernardo (Planejamento), como candidata.

Um dos partidos convidados para integrar a aliança com os tucanos foi o DEM, que aceitou conversar, mas sem abrir mão de estudar antes a viabilidade do seu candidato, o deputado estadual Osmar Bertoldi.

A proposta visa ter o prefeito tucano Beto Richa como candidato à reeleição. A vaga de vice pode ser oferecida a um representante da eventual coligação, que seria formada por DEM, PPS, PDT e pelo PSB do atual vice-prefeito, Luciano Ducci.

"A intenção com esta coligação é ganhar a prefeitura e consolidar uma frente ampla na eleição ao governo do Estado, em 2010", afirma o presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, que apesar de confirmar a movimentação, descarta antecipar nomes.

O deputado federal Abelardo Lupion, presidente do DEM no Paraná, disse que "a tentativa [de formar a coligação com o PSDB na cabeça de chapa] é legítima". "Óbvio que estamos conversando, mas também temos pré-candidato [Bertoldi]", declarou Lupion.

Ele citou determinação do diretório nacional de ter candidaturas próprias em capitais. "As exceções serão julgadas pelas executivas estaduais e terão ainda que passar por autorização do diretório nacional."

Os três vereadores do DEM fazem parte da bancada de apoio a Beto Richa na Câmara Municipal. Na administração, o partido tem a presidência do Instituto Curitiba Saúde e um cargo de assessoria especial.

No PT, a candidata a prefeita de Curitiba, Gleisi Hoffmann, licenciou-se da presidência estadual do partido para se dedicar à campanha.

Com base nas duas últimas eleições, nas quais o PT disputou o segundo turno contra Cássio Taniguchi (DEM), em 2000, e Richa, em 2004, Gleisi disse esperar que neste ano a eleição municipal não seja decidida no primeiro turno.

Coligações também estão na pauta da candidata. A prioridade é dialogar com partidos da base de apoio ao presidente Lula, como PC do B, PMDB, PR, PSC, PTB, além do PV.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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