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Brasil
05/05/2008 - 09h03

Constrangido por kassabistas, Alckmin deve faltar à reunião do diretório

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da Folha Online

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) deve faltar à reunião do Diretório Municipal do PSDB, que se reúne hoje para analisar o lançamento de sua candidatura à Prefeitura de São Paulo, informa nesta segunda-feira o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).

De acordo com a coluna, alckministas defendem sua ausência na reunião, já que os tucanos kassabistas pretendem evitar o clima de festa do encontro.

O secretário municipal de Esportes, Walter Feldman (PSDB), disse ontem que vai contestar a reunião do Diretório Municipal do PSDB.

Segundo Feldman, o Diretório Municipal não tem poder estatutário para tomar essa decisão, que deveria ser tomada na convenção do partido. "Nós vamos entrar com representação junto à direção do Diretório Municipal dizendo que do ponto de vista estatutário nenhuma decisão, nenhuma deliberação pode ser tomada amanhã", disse o secretário.

Feldman pertence à ala serrista-kassabista do PSDB --formada por defensores da reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) numa chapa que teria um tucano como vice. O secretário afirma que possui mais de 400 assinaturas a favor da manutenção da aliança PSDB-DEM. "Já temos também mais de 400 assinaturas a favor da aliança, o que significa um terço dos delegados que deverão votar em convenção", afirmou.

Por outro lado, o Movimento Tucanos Pró-São Paulo, que defende candidatura de Alckmin, divulgou nota na noite deste domingo contestando Feldman.

No documento, o movimento ressalta que reuniu 47 dos 51 diretórios zonais e todos apoiaram a candidatura própria em São Paulo e pede para Feldman recuar.

"Walter Feldman, não insista com esta tese de divisão em nosso partido, criado por poucos, e que não sabemos a quais interesses atendem, ao não ser aos de projetos pessoais e egoístas dos mesmos", diz o documento.

Leia o "Painel" na edição de hoje da Folha.

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Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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