Brasil
05/05/2008 - 10h11

Ex-ministro de FHC diz que administração de Kassab é tucana

Publicidade

da Folha Online

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse na semana passada que apóia a candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Prefeitura de São Paulo. Mas quatro de seus ex-ministros e seguidores seguem firmes na administração do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), informa a coluna de Mônica Bergamo desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

São eles: Andrea Matarazzo (Subprefeituras), Clóvis Carvalho (Governo), Caio de Carvalho (SP Turismo) e José Gregori (presidente da Comissão Municipal de Direitos Humanos).

De acordo com a coluna, questionado sobre em quem votaria para prefeito de São Paulo, Gregori respondeu que a gestão de Kassab é tucana. "Os tucanos nunca foram tão bem tratados como nessa administração", disse ele à coluna.

O secretário municipal de Esportes, Walter Feldman (PSDB), disse ontem que vai contestar a reunião do Diretório Municipal do PSDB, que se reúne hoje para avaliar a proposta de lançamento da candidatura própria nas eleições de outubro. A proposta prevê uma chapa encabeçada pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Segundo Feldman, o Diretório Municipal não tem poder estatutário para tomar essa decisão, que deveria ser tomada na convenção do partido. "Nós vamos entrar com representação junto à direção do Diretório Municipal dizendo que do ponto de vista estatutário nenhuma decisão, nenhuma deliberação pode ser tomada amanhã", disse o secretário.

Feldman pertence à ala serrista-kassabista do PSDB --formada por defensores da reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) numa chapa que teria um tucano como vice. O secretário afirma que possui mais de 400 assinaturas a favor da manutenção da aliança PSDB-DEM. "Já temos também mais de 400 assinaturas a favor da aliança, o que significa um terço dos delegados que deverão votar em convenção", afirmou.

Mas o Movimento Tucanos Pró-São Paulo, que defende candidatura de Alckmin, divulgou nota na noite deste domingo contestando Feldman. No documento, o movimento ressalta que reuniu 47 dos 51 diretórios zonais e todos apoiaram a candidatura própria em São Paulo e pede para Feldman recuar.

"Walter Feldman, não insista com esta tese de divisão em nosso partido, criado por poucos, e que não sabemos a quais interesses atendem, ao não ser aos de projetos pessoais e egoístas dos mesmos", diz o documento.

Leia a coluna de Mônica Bergamo na edição de hoje da Folha.

Assine a Folha

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
avalie fechar
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
avalie fechar
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (8157)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca