BNDES divulga nota para explicar trâmite de liberação de recursos para projetos
da Folha Online
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) divulgou nota nesta terça-feira na qual explica o trâmite da liberação de recursos para financiar projetos. A instituição é alvo de investigação da Polícia Federal na Operação Santa Tereza, que desbaratou um esquema de fraudes no banco e exploração sexual de mulheres.
De acordo com a nota, o processo de análise de projetos para liberação de recursos começa com a apresentação de Carta Consulta. Essa correspondência é analisada pelo Depri (departamento de Prioridades) da Aérea de Planejamento do BNDES. O Depri é quem analisa o mérito do projeto e verifica se está de acordo com as políticas operacionais do banco.
Na nota, o BNDES explica que, paralelamente a essa análise, o Derisc (Departamento de Risco), da Área de Crédito, faz uma avaliação da análise de risco do postulante do crédito. "As duas informações são submetidas à apreciação do Comitê de Enquadramento de Crédito, composto por todos os superintendentes --funcionários de carreira do BNDES--", explica o banco no documento.
Segundo a nota, depois de aprovado no Comitê de Enquadramento e Crédito, o projeto segue para uma das áreas operacionais do banco, onde é feita a análise técnica por equipe multidisciplinar do BNDES. A equipe é responsável por observar as garantias, a viabilidade econômica e financeira, a capacidade de pagamento e idoneidade do postulante.
"Concluído o relatório de análise, que se estende por meses, dado o cuidado do processo, a operação é submetida ao superintendente e à diretoria para aprovação, em decisão colegiada", informa o BNDES, ao explicar que todo o processo envolve mais de 30 funcionários e diferentes órgãos.
Depois de aprovada a operação, é realizada a contratação do financiamento. Segundo o BNDES, os recursos são liberados parceladamente, respeitando o acompanhamento técnico e a evolução física e financeira do projeto.
O BNDES conclui a nota informando que o prazo médio entre a consulta prévia e a contratação do financiamento é de 10 meses.
Leia mais
- Senador diz que vai pedir afastamento de Paulinho do PDT
- Em discurso na Câmara, Paulinho ironiza ação da PF e diz ser vítima de perseguição
- Paulinho diz que vai colocar seus sigilos à disposição da Procuradoria
- Executiva do PDT quer evitar punição precipitada contra Paulinho da Força
- Corregedoria da Câmara vai investigar Paulinho por desvio em empréstimos do BNDES
Livraria
- Livro reúne balanço de bens de políticos
- Frederico Vasconcelos ensina como investigar governos, empresas e tribunais
- Livros abordam temas políticos, sociais e históricos e ajudam a entender o Brasil
Especial


avalie fechar
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
avalie fechar
avalie fechar