Ex-dirigentes dizem que PDT de São Paulo cobrou para oferecer legenda
da Folha Online
Reportagem de Fernando Canzian, publicada na edição desta quarta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), informa que o PDT paulista é acusado de destituir os políticos ligados ao deputado estadual Geraldo Vinholi (PDT-SP) dos comandos regionais do partido.
Vinholi disse à Folha que os postos de comando da legenda estão sendo negociados em troca de pagamentos a pessoas ligadas ao presidente do PDT-SP, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical.
A cobrança seria feita por Cristóvão da Silveira --que trabalha no gabinete de Paulinho, em Brasília-- e por José Gaspar, vice-presidente estadual do PDT-SP.
Relatórios da Polícia Federal na Operação Santa Tereza atribuem a Paulinho um plano para criar "um escândalo" que pudesse atingir o prefeito Geraldo Kassab (DEM-SP) e Vinholi, que renunciou ao cargo de secretário municipal do Trabalho no dia 7 de março.
Paulinho teria encomendado ao coronel reformado da Polícia Militar Wilson de Barros Consani Júnior, 50, a tarefa de colher subsídios para atingir Vinholi e Kassab.
Leia reportagem completa na edição de hoje da Folha.
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Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
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