Brasil
09/05/2008 - 17h28

Mulher de Paulinho da Força abre sigilo bancário de entidade suspeita de desvio

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para Folha Online

A mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, Elza de Fátima Costa Pereira, afirmou nesta sexta-feira que vai abrir o sigilo bancário do projeto Meu Guri. A ONG, ligada à Força Sindical, é presidida por ela.

A instituição é acusada de receber R$ 37,5 mil do conselheiro do banco estatal João Pedro Moura, preso pela Polícia Federal e apontado pela Procuradoria da República como o principal responsável por um esquema de desvio de verbas do BNDES desmantelado pela PF na Operação Santa Teresa. A ONG recebeu R$ 1,328 milhão do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Durante entrevista coletiva na sede da ONG, Elza assinou um documento em que abre o sigilo bancário do projeto. "Todo o investimento foi auditado pelo BNDES", afirmou. "O Meu Guri não tem nada a esconder."

Segundo o advogado da Força Sindical, Antônio Rosella, não houve ilegalidade na doação de Moura. Ele disse que o conselheiro doou à ONG um apartamento no bairro da Aclimação avaliado em R$ 100 mil.

O imóvel deveria ser vendido e o dinheiro investido na ONG. Mas como o conselheiro tinha "problemas com o nome dele", a instituição não conseguiu vender o apartamento, que acumulava cerca de R$ 40 mil reais em dívidas "com impostos e condomínio".

Rosella diz que a ONG devolveu o imóvel a Moura, que decidiu fazer um depósito na conta da entidade no valor de R$ 37,5 mil. O advogado não soube dizer se esse dinheiro teve origem ilegal. "O que o João Pedro fez eu não posso dizer por ele", afirmou.

Paulinho afirmou na mesma coletiva que Moura nunca foi seu assessor pessoal e que não o indicou para o conselho do BNDES. "Ele não era meu assessor. A empresa dele tem um contrato com a Força [Sindical] Estadual", disse.

Ele também negou que tenha indicado Moura para integrar o conselho do banco. "Quem indicou foi a Força Sindical, não eu".

Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
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Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
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ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
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