Vazador de dossiê anti-FHC usou e-mail do Planalto
da Folha Online
José Aparecido Nunes Pires, funcionário apontado como autor do vazamento para a oposição dos relatórios com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, teria usado seu e-mail do Planalto para enviar as informações, segundo reportagem do "Jornal Nacional".
As mensagens eletrônicas teriam sido enviadas ao assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), André Fernandes, no dia 20 de fevereiro, de acordo com reportagem da Folha.
O delegado da Polícia Federal Sérgio Menezes, responsável pelo inquérito que apura o dossiê, pretende ouvir Pires e Fernandes antes da conclusão das investigações, que foram prorrogadas por 60 dias.
Aparecido é militante histórico do PT. Foi levado para a Casa Civil por José Dirceu, o antecessor de Dilma.
Segundo a Folha apurou, tanto a PF como a sindicância interna têm provas de que foi anexada em uma dessas mensagens, datada de 20 de fevereiro, a planilha em Excel de 28 páginas com gastos editados e comentados de FHC, Ruth Cardoso e ex-ministros.
Na semana anterior ao vazamento, havia sido iniciada a montagem do dossiê por ordem de Erenice Alves Guerra, secretária-executiva da Casa Civil.
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Especial


Uruceres é uma corrutela goiana de 200 habitantes urbanos e 600 rurais. Tinha um Posto Telefônico. A telefonista prestava relevantes servicos integrando as comunidades urbana e rural transmitindo importante recados. Ganhava uns troquinhos nesse utílíssimo trabalho. No decorrer das Privatização o ministro das Comunicações, Mendonça de Barros, foi "grampeado" falando com alto assessor: "ESTAMOS NO LIMITE DA IRRESPONSABILIDADE E DA "M". Os governistas de FHC "sepultaram" a instalação do CPI da TELEFONIA. Voltando a Uruceres. Aprovada a privatização (privataria), o posto telefônico de Uruceres foi fechado e a telefonista substituída por orelhão. A comunidade ficou desintegrada. O mesmo, Sr. Franciso, ocorreu nas milhares de corrutelas país afora. Nas pequenas cidades, os funcionários foram todos demitidos. Nas metrópolis, a mesma coisa. As concessionárias, que demitiram mais de um milhão de pessoas, contrararam umas 500 operadoras (se tanto) e as distribuiram por umas dez capitais. Antes tínhamos de comprar a linha. Diferente do Sr., cuja linha custou 5 mil, a minha custou apenas mil reais. Mas, não pagavamos ASSINATURA!. Apenas o uso do aparelho. Quando a conta vinha errada, telefonávamos para a empresa e éramos atendidos em 3 minutos, no máximo. Fiquei com a linha em Brasília por uns dez anos. Vindo para Goiânia em 1999, a vendi por 800 reais. A pessoa que a comprou economizou até hoje 5 mil reais não pagando ASSINATURA... Eu temia SEGUE...
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O governo nunca negou que tivesse dados de FHc. E daí? Isso é ilegal? É de se indagar como um cidadão honesto se sentiria coagido por documentos que atestam sua idoneidade, mas nada disso interessa a quem compra a bazófia demo-tucana. Não espanta que o único a receber o tal "dossiê" e com participação direta no seu vazamento seja um senador tucano, tão preocupado em proteger sua fonte criminosa que sequer acionou a polícia para desvendar o caso. Se Dias tivesse alguma seriedade, o nome de Aparecido já teria "aparecido" há muito. E o pessoal ainda acha que o silêncio desse funcionário beneficia o governo! Por que não fazem uma acareação então? Aparecido contra Alvaro Dias? Ou melhor ainda, Dias contra Dilma? A ministra já mentiu pra salvar vidas; o senador não mente: ele sequer se lembra o que disse ou fez na semana passada. Quem vence?? Façam suas apostas!
A CPI que deveria investigar gastos de Lula e FHc passou a mirar em quem levanta as irregularidades! É mole? Ao final dos trabalhos, recomendarão que se proíba o levantamento da contabilidade dos membros do governo. E essa terá sido a maior contribuição da oposição ao futuro de nosso já combalido país.
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