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Brasil
12/05/2008 - 08h41

Em São Paulo, alckmistas buscam ajuda externa

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CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo

Em meio à crise em São Paulo, os alckmistas recorreram à ajuda externa para debelar resistência à candidatura de Geraldo Alckmin no PSDB.

O presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), já "interveio": telefonou para o secretário municipal dos Esportes, Walter Feldman, pregando unidade partidária. Os dois se encontram hoje em Brasília.

Além disso, o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), convoca para quinta-feira um encontro de deputados de todo o país para prestigiar Alckmin. Outro que promete desembarcar na cidade é o governador de Minas, Aécio Neves.

"Na hora em que a coisa estiver consolidada, é lógico que o partido vai estar com Alckmin", disse Aécio, evitando comentar a turbulência em São Paulo.

Após conversar com José Aníbal e o deputado Edson Aparecido, Guerra telefonou para Feldman na sexta-feira. "Ele está preocupado com a unidade", disse Feldman.

"Não podemos comprometer o segundo turno", prega Guerra. Para ele, "é uma notícia ruim" saber que Alckmin dissera que "mais adiante" definirá seu candidato à Presidência. Seu medo é que azede a relação entre PSDB e DEM.

Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) avançou mais um passo na defesa da candidatura à reeleição. Prestes a receber o apoio formal do PR e do PV, admitiu que a aliança torna mais difícil um recuo: "Acho que fica [difícil desistir]. Vai se consolidando uma tendência de candidatura minha", disse ele, para quem a adesão à sua candidatura é "um estímulo".

Kassab reconheceu ainda que, em entrevistas, Alckmin manifesta "com clareza" a vontade de ser candidato.

Alckmin --que tem telefonado para vereadores do partido-- também precisará desatar os nós de uma aliança com o PTB. Apesar de a articulação estar avançada, há objeções à composição de uma chapa conjunta para vereadores. Os tucanos alegam que perderão espaço para os petebistas. "Vamos para convenção", ameaça o vereador Claudinho.

"Sem coligação proporcional, estaremos prontos para candidatura própria", avisou o vereador Celso Jatene (PTB).

Aliado de Alckmin, o vereador Tião Farias reconhece que a composição com o PTB "não é a ideal", mas defende um esforço pela aliança.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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