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Brasil
13/05/2008 - 18h14

Jorge Viana é cotado para substituir Marina Silva no Meio Ambiente

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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O ex-governador Jorge Viana (PT-AC) é um dos cotados para assumir o Ministério do Meio Ambiente no lugar de Marina Silva, que encaminhou sua carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira. A Folha Online apurou que Viana é cogitado pelo Palácio do Planalto por ser um nome de confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ser considerado pelo governo como um político "experiente" na área ambiental, sem deixar de considerar importante a execução obras públicas.

O ex-governador já havia sido cotado para assumir a pasta em meio à reforma ministerial de 2006, mas Lula optou por manter Marina no cargo --diante da notoriedade alçada pela ministra, inclusive no âmbito internacional, no que diz respeito à defesa do meio ambiente.

Parlamentares da base aliada do governo se mostraram favoráveis à indicação de Viana para assumir o lugar de Marina, embora afirmem nos bastidores que Lula terá "dificuldades" para indicar um substituto "à sua altura". Os governistas admitem, porém, que Viana poderá administrar de forma mais "tranqüila" os embates no governo entre as políticas ambientais e desenvolvimentistas --que teriam sido a principal razão para Marina pedir demissão do cargo.

"O Jorge Viana é um nome de diálogo com o setor produtivo, é um nome de respeito. Se ocupar um cargo como esse, terá muitas responsabilidades. Mas se estabelecer um diálogo com os produtores e mantiver políticas no ministério, tudo bem. Quem entra ali não pode ser complacente com a destruição ambiental", disse o senador Renato Casagrande (PSB-ES).

Demissão

Parlamentares da base aliada evitaram especular sobre os motivos que fizeram Marina deixar o governo, mas reconhecem que a ministra estava "desgastada" após uma série de embates com outros ministros na defesa das políticas ambientais.

Uma das disputas que mais desgastou Marina, segundo aliados, foi com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) em torno das licenças ambientais para programas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Insatisfeita com o acúmulo de embates internos para evitar danos ao meio ambiente diante da quantidade de obras executadas pelo Poder Executivo, Marina teria optado por deixar o cargo, segundo interlocutores do governo. Nos bastidores, Marina acabou sendo taxada por outros ministros como "radical" na defesa do meio ambiente mesmo em projetos essenciais para a economia do país.

"Eu já sentia que ela vinha descontente com algumas ações do governo. Para mim, não foi surpresa. Seria deselegante antecipar suas razões, mas é uma possibilidade essa questão dos conflitos com a ala desenvolvimentista do governo que quer crescimento a qualquer custo", disse o senador Jefferson Peres (PDT-AM).

Comentários dos leitores
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
VAMOS COMEÇAR POR BAIXO: AMERICANOS NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, DESMATARAM TUDO,CHINESES NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, INDIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, RUSSIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, FRANÇA ENTÃO ONDE VAI POR UM PAU ANTIGO SE É TÃO PEQUENA COMO O NOSSO O QUE SEM DEFINIÇAÕ, ALEMANHA, JAPÃO,EM TODO LUGAR QUE SE OLHA SÓ TEEM DESTRUIÇAO DE FLORESTA E O QUE RESTA E ESTÃO ACABANDO COM ELA TB ....AMAZONIA........E OS BRASILEIROS A ESTÃO ABANDONANDO...QUE PREÇO PAGAMOS PARA ASSSSINATOS....ACEITAMOS.... sem opinião
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sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
carlos minc já deveria ter caído há tempos esse cidadão desde o inicio se envolve em atritos e agora vai ter que explicar no congresso sua presença na marcha da maconha,num momento em que a violencia explode sustentada pelas drogas o que é isso gente? sem opinião
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Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Shouthem Brazil Lumber & Colonization Company do norte-americano Percival Faquhar, recebeu do governo brasileiro autorização para colonizar Paraná e Santa Catarina.
A empresa enviou do Paraná para os EUA, 250 milhões de pinheiros da espécie araucária documentados, chegando a 750 milhões de forma ilegal.
Em Santa Catarina o norte-americano mandou para os EUA 800 milhões de árvores.
A conseqüência dessa colonização estrangeira foi a guerra do contestado de 1912 a 1916.
Fonte: Wikipédia - Destino Manifesto
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