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Brasil
14/05/2008 - 19h41

Sob críticas, Minc assumirá Meio Ambiente com desafio de conduzir política ambiental

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

Sofrendo restrições do PT, o futuro ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) terá de se esforçar para vencer os preconceitos dos quais é alvo. Para ambientalistas, Minc terá de provar que é capaz de conduzir uma política ambiental que tem como alvo a Amazônia sem esquecer dos demais temas que colocam o Meio Ambiente no centro das atenções da agenda internacional.

Secretário estadual de Meio Ambiente do Rio e ligado ao governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB), Minc é visto com desconfiança pelos ambientalistas por não ter construído sua história com base na região Amazônica nem manter estreitas ligações com organizações não-governamentais que atuam na área.

Segundo especialistas, o principal desafio do novo ministro é manter a Amazônia no foco das discussões ambientais internacionais.

O novo ministro terá também que atuar na chamada "agenda marrom" que trata de políticas ambientais para assentamentos urbanos localizados nas regiões de preservação (ambiental).

Ao longo dos cinco anos e meio que ficou no ministério, Marina Silva teve dificuldades de avançar nessas ações.

Diferentemente de sua antecessora, Minc terá de evitar confrontos com os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos). A reclamação de Marina Silva é que sua pasta estava sendo esvaziada porque várias das propostas eram conduzidas por Dilma, que em muitas ocasiões seguia posição contrária à da ex-ministra.

Outra queixa de Marina foi que o PAS (Plano de Ação Sustentável) ficou sob responsabilidade de Unger e não dela.

Paralelamente, Minc terá de vencer as resistências existentes dentro de seu próprio partido. Para setores históricos do PT, o novo ministro não representa o partido. Nesta quarta-feira, integrantes da Executiva Nacional do PT estiveram no Palácio do Planalto para defender o nome de Jorge Viana, ex-governador do Acre, ao invés de Minc, para suceder Marina Silva.

Consciente das críticas a Minc, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou sua assessoria a divulgar o currículo do futuro ministro e sua vinculação com o Partido dos Trabalhadores.

O porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, relacionou o perfil acadêmico do novo ministro, que tem mestrado em Portugal e doutorado na França, e citou que ele está no sexto mandato como deputado estadual pelo PT. No passado, Minc pertenceu ao PV.

Comentários dos leitores
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
VAMOS COMEÇAR POR BAIXO: AMERICANOS NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, DESMATARAM TUDO,CHINESES NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, INDIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, RUSSIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, FRANÇA ENTÃO ONDE VAI POR UM PAU ANTIGO SE É TÃO PEQUENA COMO O NOSSO O QUE SEM DEFINIÇAÕ, ALEMANHA, JAPÃO,EM TODO LUGAR QUE SE OLHA SÓ TEEM DESTRUIÇAO DE FLORESTA E O QUE RESTA E ESTÃO ACABANDO COM ELA TB ....AMAZONIA........E OS BRASILEIROS A ESTÃO ABANDONANDO...QUE PREÇO PAGAMOS PARA ASSSSINATOS....ACEITAMOS.... sem opinião
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sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
carlos minc já deveria ter caído há tempos esse cidadão desde o inicio se envolve em atritos e agora vai ter que explicar no congresso sua presença na marcha da maconha,num momento em que a violencia explode sustentada pelas drogas o que é isso gente? sem opinião
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Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Shouthem Brazil Lumber & Colonization Company do norte-americano Percival Faquhar, recebeu do governo brasileiro autorização para colonizar Paraná e Santa Catarina.
A empresa enviou do Paraná para os EUA, 250 milhões de pinheiros da espécie araucária documentados, chegando a 750 milhões de forma ilegal.
Em Santa Catarina o norte-americano mandou para os EUA 800 milhões de árvores.
A conseqüência dessa colonização estrangeira foi a guerra do contestado de 1912 a 1916.
Fonte: Wikipédia - Destino Manifesto
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