Brasil
14/05/2008 - 23h02

Governadora do Pará diz que Marina tinha visibilidade internacional

da Agência Folha, em Belém

A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), afirmou que a troca de Marina Silva por Carlos Minc não deve alterar o direcionamento da política ambiental executada até agora pelo governo Lula, mas disse que a ex-ministra trazia mais reconhecimento internacional às ações do Ministério do Meio Ambiente.

"É óbvio que ela [Marina] tinha mais visibilidade em relação à comunidade internacional. O Brasil perde nesse sentido. Ele [Minc] ainda vai construir [sua visibilidade]", disse.

"A Marina é minha amiga, eu conheço sua capacidade e eu conheço seu compromisso. Quanto ao Carlos Minc, as possibilidades de as políticas públicas se manterem são totais, posso dizer. Eu não creio que ele vá alterar essa visão de combate às ilegalidades", afirmou.

Para Ana Júlia, parte das críticas que Marina recebeu durante sua gestão foi feita devido a uma "confusão" sobre como deve ser a gestão dos problemas ambientais no país.

"Quando o governo fez um plano de combate ao desmatamento, o Ministério do Meio Ambiente avançou, mas os outros ministérios não fizeram a parte deles. Houve um descompasso. Eles não pensaram como um todo", afirmou.

"As ações de controle e repressão foram mais fortes do que as ações de caráter econômico. Tenho insistido nessa tese: o desmatamento não é uma questão só de caráter ambiental, mas também de caráter econômico."

Comentários dos leitores
Sudeste/ sudestino (39) 03/06/2008 16h34
Sudeste/ sudestino (39) 03/06/2008 16h34
Shouthem Brazil Lumber & Colonization Company do norte-americano Percival Faquhar, recebeu do governo brasileiro autorização para colonizar Paraná e Santa Catarina.
A empresa enviou do Paraná para os EUA, 250 milhões de pinheiros da espécie araucária documentados, chegando a 750 milhões de forma ilegal.
Em Santa Catarina o norte-americano mandou para os EUA 800 milhões de árvores.
A conseqüência dessa colonização estrangeira foi a guerra do contestado de 1912 a 1916.
Fonte: Wikipédia - Destino Manifesto
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Anna Carolina Sphair (3) 03/06/2008 10h20
Anna Carolina Sphair (3) 03/06/2008 10h20
CURITIBA / PR
Desmatar a floresta Amazônica para tirar madeira de lá é sinal de que o Brasil é realmente um país muito PRIMITIVO! Explorando a floresta de um modo inteligente,realizando pesquisas, descobrindo medicamentos, se ganharia muito mais dinheiro, cultura e tecnologia!!! A floresta tem um potencial imenso, que é jogado no lixo cada vez que uma árvore cai... pra quê? Para retirar madeira de lá? Usem a Amazônia do modo correto, preservando, utilizando sem destruir. Se isso for feito,ela sempre estará lá, para gerar novos recursos. Se continuarem derrubando a floresta apenas, uma hora a fonte vai secar. Vai chegar o tempo emq ue apenas ter dinheiro não será o suficiente para sobreviver, o meio ambiente vai mostrar isso, como já está fazendo... Senadores,deputados, Sr.Presidente...estamos d eolho nas vossas ações!!! 2 opiniões
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Rubens Junior Moreno Rubio (71) 31/05/2008 09h41
Rubens Junior Moreno Rubio (71) 31/05/2008 09h41
quero ser legal, juro que quero trabalhar legalmente, mais protocolei uma LAU, na região amazonica, para exploração de um projeto de manejo de 618 (seiscentos e dezoito hectares), que daria por volta de 21.000 m/3 de madeira legalizada, explorada como quer os bambis ambientalistas, mas até agora nem começou a andar o projeto, depois como quererm que os fazendeiros trabalhem honestamente, sejam honestos com nós e seremos o mesmo, já já
não aguento mais financeiramente, por que fica caro manter a área, e vou desmato tudo e jogo semente de capim, não está me restando outra alternativa
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