Brasil
16/05/2008 - 17h51

Em nota, PT do Acre diz que Marina Silva foi leal e solidária a Lula

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da Folha Online

O PT do Acre divulgou nota nesta sexta-feira na qual diz que a ex-ministra Marina Silva (Meio Ambiente) foi leal e solidária ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos momentos de crise enfrentados pelo governo. A concessão da licença ambiental para as obras das hidrelétricas do Rio Madeira foi um dos momentos citados pelos petistas.

"Marina tinha consciência de que se tivesse se afastado do ministério em momento de crise, o governo Lula teria grandes prejuízos frente à opinião pública nacional e internacional. [...] Deixa o Ministério do Meio Ambiente no momento em que o governo experimenta sua melhor avaliação, numa prova inequívoca de sua total lealdade ao presidente Lula", diz o documento.

No documento, os petistas também prestam solidariedade à ministra e dizem que o trabalho realizado por ela fez com que o ministério deixou de ser uma ONG (organização não-governamental) isolada dentro do governo. Para os petistas do Acre, a criação de áreas federais de conservação ambiental e a diminuição dos índices de desmatamento na Amazônia foram as principais conquistas da ex-ministra.

"Foi na gestão de Marina Silva, com o reconhecido apoio do presidente Lula, que o Ministério do Meio Ambiente passou a envolver de forma transversal todos os setores do governo, resultando, entre tantas conquistas, na criação de 24 milhões de hectares de áreas federais de conservação e na diminuição dos índices de desmatamento que só cresciam na Amazônia, num esforço que envolveu diretamente a ação de 13 ministérios", afirma o PT na nota.

Na nota, os petistas do Acre apostam que, apesar da saída de Marina, o presidente dará continuidade às "políticas estruturantes" implementadas pela ex-ministra.

Os petistas encerram o documento agradecendo o trabalho exercido pelo senador Sibá Machado (PT-AC), suplente de Marina, que devolverá o cargo à ex-ministra.

Demissão

Marina Silva pediu demissão na terça-feira por meio de carta enviada a Lula. No documento, a ministra reclama da resistência que enfrentou no governo e da falta de sustentação política.

A ex-ministra vinha entrando em conflitos com outros ministérios, como a Casa Civil e a Agricultura, em casos e questões que opõem proteção ambiental a interesses econômicos.

O mal-estar entre Marina Silva e Dilma Rousseff (Casa Civil) começou em julho do ano passado, por conta das negociações em torno do edital para as concessões do leilão das usinas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira (RO).

Com o ministro Reinhold Stephanes (Agricultura), o desentendimento girava em torno do plantio de cana. Para Marina, Stephanes incentiva o plantio de cana em áreas degradadas da Amazônia, do Pantanal e da mata atlântica.

Recentemente, Marina teria ficado descontente com a nomeação de Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) para coordenar o PAS (Plano Amazônia Sustentável).

Comentários dos leitores
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
VAMOS COMEÇAR POR BAIXO: AMERICANOS NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, DESMATARAM TUDO,CHINESES NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, INDIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, RUSSIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, FRANÇA ENTÃO ONDE VAI POR UM PAU ANTIGO SE É TÃO PEQUENA COMO O NOSSO O QUE SEM DEFINIÇAÕ, ALEMANHA, JAPÃO,EM TODO LUGAR QUE SE OLHA SÓ TEEM DESTRUIÇAO DE FLORESTA E O QUE RESTA E ESTÃO ACABANDO COM ELA TB ....AMAZONIA........E OS BRASILEIROS A ESTÃO ABANDONANDO...QUE PREÇO PAGAMOS PARA ASSSSINATOS....ACEITAMOS.... sem opinião
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sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
carlos minc já deveria ter caído há tempos esse cidadão desde o inicio se envolve em atritos e agora vai ter que explicar no congresso sua presença na marcha da maconha,num momento em que a violencia explode sustentada pelas drogas o que é isso gente? sem opinião
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Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Shouthem Brazil Lumber & Colonization Company do norte-americano Percival Faquhar, recebeu do governo brasileiro autorização para colonizar Paraná e Santa Catarina.
A empresa enviou do Paraná para os EUA, 250 milhões de pinheiros da espécie araucária documentados, chegando a 750 milhões de forma ilegal.
Em Santa Catarina o norte-americano mandou para os EUA 800 milhões de árvores.
A conseqüência dessa colonização estrangeira foi a guerra do contestado de 1912 a 1916.
Fonte: Wikipédia - Destino Manifesto
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