Brasil
16/05/2008 - 19h57

Indefinição sobre coligação entre PSDB e PTB divide integrantes dos dois partidos

WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para Folha Online

A aliança entre o PSDB e o PTB em torno da pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Prefeitura de São Paulo mal foi anunciada e os partidos já travam uma briga interna em torno do tipo de coligação. O PSDB oferece ao aliado a cadeira de vice e uma coligação para o cargo majoritário. Mas o PTB não abre mão de uma coligação proporcional, que poderia dobrar sua bancada na Câmara Municipal.

A Folha Online apurou que os partidos vão divididos para o anúncio da aliança na próxima segunda-feira (19) no diretório estadual do PTB. Segundo interlocutores ligados à executiva dos partidos, PSDB e PTB ainda não definiram o nome do vice nem se a coligação será proporcional.

A possibilidade de uma aliança proporcional vem aumentando o número de insatisfeitos no PSDB. Além de encontrar resistência na bancada de vereadores à candidatura Alckmin --11 dos 12 vereadores do PSDB apóiam a reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM)--, a executiva estadual do partido agora enfrenta a ira dos pré-candidatos a vereadores, que antes apoiavam Alckmin.

Eles acreditam que, se a coligação não for apenas em favor do ex-governador, a bancada tucana, hoje com 12 vereadores, pode encolher para sete.

Já o PTB diz que tem cacife para bancar a proporcional porque é o único partido que declarou apoio ao tucano e porque abriu mão de lançar candidato próprio, o deputado estadual Campos Machado. A opção pela aliança causou desconforto no interior. Os candidatos nos outros municípios esperavam que a candidatura de Machado na capital atraísse votos para eles.

Com a proporcional, os petebistas esperam dobrar o número de cadeiras ocupada por seus vereadores. Hoje o partido conta com quatro parlamentares.

Para ocupar a vaga de vice de Alckmin, Campos Machado, o principal articulador do PTB nas negociações com os tucanos, escolherá entre o deputado federal Arnaldo Faria de Sá e o senador Romeu Tuma.

Comentários dos leitores
Danny Yazbek (130) 04/07/2008 12h40
Danny Yazbek (130) 04/07/2008 12h40
Senhor Lobistisky,
Infelizmente, tenho que concordar contigo, em relação ao voto nulo representar nada.
Assim sendo, quem defende o nada, nada poderá críticar, nada poderá elogiar, se o fizer estará sendo vazio.
Quanto ao infelizmente concordo contigo, levo em conta seu excesso de idolatria pelo PT, muito pior que o fanatisto dos corinthianos, insuportável.
Mesmo assim, entendo que em relação a omissão o excesso passa a ser tolerável.
A omissão é um conformismo, que está levando este país ao caos da corrupção.
Será que um dia o povo omisso/conformado irá acordar?
sem opinião
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Marilda Correia (2) 04/07/2008 10h58
Marilda Correia (2) 04/07/2008 10h58
O retorno da sanidade partidária retorna ao PSDB, como eleitora, estava perplexa ao deparar-me com tamanho descaso aos fundamentos do partido,aplicados a partir de desejos escusos do Sr.Serra para 2010. Ainda bem que, os vereadores se moveram positivamente. 1 opinião
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AGUINALDO VENANCIO (916) 04/07/2008 09h51
AGUINALDO VENANCIO (916) 04/07/2008 09h51
SAO PAULO / SP
CAR OS LEITORES, NAO PERCAMOS TEMPO COM MST, ESSA COISA NAO NOS TRAS BENEFICIO NNEHUM, NEM PARA NOS , NEM PAR OS HUMILDES SEGUIDORES DESSAS ABERRAÇÕES.
UTILIZAM-SE DAS MASSAS HUMILDES PARA BENEFICIAR OS COMANDANTES..
ALGUEM PODE CITAR UMA "OBRA" QUE SERVISSE PARA ALGUMA COISA DESSE TAL MST?
SINCERAMENRTE, EU NAO CONSIGOO ME LEMBRAR DE NENHUM, MUITO PELO CONTRARIO!
PARA GENTE QUE DESRESEPTITA AS LESIS, QUE É O CASO DESTA COISA, POLÍCIA, É O MÁXIMO QUE ELES TÊM QUE TER. E SÓ!
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