Brasil
16/05/2008 - 21h41

Alckmin diz que trabalha para "construir pontes" e aposta na união do PSDB

REGIANE SOARES
da Folha Online

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato a prefeito de São Paulo, disse nesta sexta-feira que trabalha para "construir pontes" e que aposta na união do partido em torno de seu nome para as eleições de outubro.

A candidatura de Alckmin sofre resistência no PSDB porque parte dos tucanos defende a manutenção da aliança com o DEM e apóia a candidatura à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Na avaliação do tucano, é natural que um partido tenha divergências no processo eleitoral, mas uma vez definido o candidato, o partido deve estar unido na campanha.

"As conversas internas [no PSDB] estão indo bem. Estamos trabalhando para construir todas as pontes, para unir todo o trabalho. É natural que no processo eleitoral tenham divergências, isso faz parte", disse Alckmin à Folha Online.

Na avaliação do ex-governador, assim que o PSDB homologar sua candidatura na convenção, prevista para o dia 22 de junho, os tucanos vão trabalhar unidos para a sua eleição.

"Democracia não tem unanimidade. Você tem maioria. Agora, construída essa maioria e tomada a decisão --e a decisão final é na convenção-- não tenho a menor dúvida, o partido estará tudo unido para servir o povo de São Paulo", afirmou.

Apesar de respeitar os partidos que optaram em lançar candidato, o ex-governador não descartou a possibilidade de conversar com o PPS, que já oficializou o nome da vereadora Soninha Francine, e com as legendas do bloquinho de esquerda --PC do B, PSB e PDT.

Por enquanto, Alckmin já fechou aliança com o PTB e espera a confirmação do apoio do PSDC, o que deve ocorrer na próxima semana.

"Sobre o bloquinho, eu vou aguardar, porque a posição deles é ter candidatura própria e nós respeitamos. É óbvio que se eles não vierem a ter candidato nós queremos estar junto e construir uma aliança em torno de um programa para São Paulo", afirmou. "O PPS vale o mesmo raciocínio. Nós não vamos criar constrangimentos."

Alckmin disse que ainda não definiu como fará o marketing de sua campanha mas adiantou que já trabalha na elaboração de seu programa de governo em parceria com o Instituto Teotônio Vilela, braço acadêmico do PSDB.

Comentários dos leitores
Danny Yazbek (130) 04/07/2008 12h40
Danny Yazbek (130) 04/07/2008 12h40
Senhor Lobistisky,
Infelizmente, tenho que concordar contigo, em relação ao voto nulo representar nada.
Assim sendo, quem defende o nada, nada poderá críticar, nada poderá elogiar, se o fizer estará sendo vazio.
Quanto ao infelizmente concordo contigo, levo em conta seu excesso de idolatria pelo PT, muito pior que o fanatisto dos corinthianos, insuportável.
Mesmo assim, entendo que em relação a omissão o excesso passa a ser tolerável.
A omissão é um conformismo, que está levando este país ao caos da corrupção.
Será que um dia o povo omisso/conformado irá acordar?
sem opinião
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Marilda Correia (2) 04/07/2008 10h58
Marilda Correia (2) 04/07/2008 10h58
O retorno da sanidade partidária retorna ao PSDB, como eleitora, estava perplexa ao deparar-me com tamanho descaso aos fundamentos do partido,aplicados a partir de desejos escusos do Sr.Serra para 2010. Ainda bem que, os vereadores se moveram positivamente. 1 opinião
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AGUINALDO VENANCIO (916) 04/07/2008 09h51
AGUINALDO VENANCIO (916) 04/07/2008 09h51
SAO PAULO / SP
CAR OS LEITORES, NAO PERCAMOS TEMPO COM MST, ESSA COISA NAO NOS TRAS BENEFICIO NNEHUM, NEM PARA NOS , NEM PAR OS HUMILDES SEGUIDORES DESSAS ABERRAÇÕES.
UTILIZAM-SE DAS MASSAS HUMILDES PARA BENEFICIAR OS COMANDANTES..
ALGUEM PODE CITAR UMA "OBRA" QUE SERVISSE PARA ALGUMA COISA DESSE TAL MST?
SINCERAMENRTE, EU NAO CONSIGOO ME LEMBRAR DE NENHUM, MUITO PELO CONTRARIO!
PARA GENTE QUE DESRESEPTITA AS LESIS, QUE É O CASO DESTA COISA, POLÍCIA, É O MÁXIMO QUE ELES TÊM QUE TER. E SÓ!
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