Alckmin diz que terá apoio de Serra e que resistência a seu nome diminui
WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para Folha Online
O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta segunda-feira que está aumentando o apoio ao seu nome dentro do PSDB para concorrer à Prefeitura de São Paulo e que o governador do Estado, José Serra (PSDB), participará da campanha. Enquanto a executiva da sigla apóia o ex-governador, 11 dos 12 vereadores do partido na Câmara preferem a reeleição de Gilberto Kassab (DEM).
O pré-candidato tucano disse que a resistência ao seu nome está diminuindo. "A campanha começa no dia 6 de junho. Estamos aqui com as Executivas estadual e municipal", disse na sede do PTB, que anunciou hoje seu apoio à pré-candidatura de Ackmin.
Ele afirmou que o governador do Estado, José Serra (PSDB), participará da campanha. "Serra estará na campanha. Em nossa última viagem, conversamos sobre ela", disse. Serra é um dos caciques do partido que trabalham nos bastidores pela reeleição de Kassab --seu vice quando ele foi prefeito entre 2005 e 2006.
O presidente municipal do PTB, Campos Machado, afirmou que o governador "não se opôs em momento algum" à aliança do partido com Alckmin. "Sou muito próximo ao Serra, e ele nunca mostrou hostilidade e contrariedade sobre esta aliança", disse.
Alckmin afirmou que essa discussão no partido fortaleceu o PSDB porque a militância participou dos debates e pediu seu nome.
O presidente municipal do PSDB, José Henrique Reis Lobo, disse que o discurso será apenas um depois da convenção, marcada para o dia 22 de junho. "Uma vez tomada a decisão, o partido escuta", disse.
Lobo afirmou que a última pesquisa Datafolha --que mostra o ex-governador empatado tecnicamente com ministra Marta Suplicy (PT)-- servirá para unificar os discursos no partido e que o momento é de "respeito à hierarquia e disciplina partidária".
Os vereadores e os pré-candidatos a vereador pelo PSDB também são contrários à coligação proporcional com o PTB porque isso pode reduzir o número de vereadores do partido na Câmara, hoje com 12 nomes. Sobre essa oposição, Machado disse que ela não vai durar muito. "Essa resistência deve ceder ao bom senso", disse.
Alckmin afirmou que suas "convicções" o ajudam a lidar com a resistência de setores do PSDB ao seu nome. "[Lido com isso] com minhas convicções e princípios. Eu sou um dos fundadores do PSDB", concluiu.
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Especial


Francamente, não sei por que a petralhada se incomodou com esses pouquíssimos 4500 militantes, que serão contratados no Nordeste.
Qual o problema? Eles mesmos, já fazem isso há um tempão e ninguém fala nada...
Além do mais, é só ver a quantidade de indigentes morais, soltos nos fóruns pela web, pagos via ONGs, prefeituras, autarquias, sindicatos, agências de propaganda e sabe-se lá mais via qual subterfúgio, que comprovaremos que o que o PSDB está fazendo, não tem nada de novo.
Se o PSDB for comparado ao nazismo, então o PT também poderia ser comparado ao comunismo, o que eria muito pior.
A verdade é que Lula, não suporta oposição. O ego do reizinho é exacerbado demais para isso.
A mamata desta gente, esta perto de acabar...
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Ele até podia adotar um nome assim : FERNANDO HENRIQUEce um monte de parlamentares. Bem apropriado não ?
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"Lula diz que é burrice dizer que inteligência se adquire na universidade"
Como sempre esse homem só diz pataquadas.
Ele está certo em um ponto, a inteligência se aviva pelas dificuldades da vida e pelas soluções que lhe damos, mas a Universidade além de promover esse desenvolvimento do raciocínio também traça os caminhos de forma a se ganhar tempo já que outros erraram inúmeras vezes para passar o meio mais prático e sensato de se resolver determinados problemas profissionais.
Não na forma de arriscar e tentar como nosso prizidenti. Isso leva a ética e a moral para baixo do tapete, como temos visto recentemente com o caso do Renan, Sarney, cartão e outros, por que o meio é solucionar o problema e assim qualquer coisa serve para tanto.
Como também os projetos que sumiram da mídia como o Fome zero, que acabou zerado, o 1º emprego, e outros. Além de não ter a humildade de denominar o pai do bolsa-esmola, pois foi apenas uma chupada de um projeto de outrem.
Agora o que esse homê tem é inveja monstruosa de quem fez uma faculdade e se tornou doutor por méritos próprios e não por interesses financeiros do país que administra.
Como ele mesmo diz; " se fala o que se quer e se acaba ouvindo o que não se quer".
Dizendo com isso que aceita a critica e assim essa mensagem deve ser postada, pois coloca os pingos nos "is" da ignorância.
Certo, Sr. Moderador?
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