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Brasil
27/05/2008 - 12h35

Chinaglia vai apressar decisão sobre abertura de processo contra Paulinho

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), quer apressar a decisão sobre a abertura de processo contra o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical (PDT-SP). O petista vai consultar os integrantes da Mesa Diretora da Câmara (comando da Casa) para que respondam por escrito como deve ser o procedimento. A idéia é evitar a convocação de uma reunião exclusivamente para debater o assunto.

Chinaglia disse que se quatro, dos sete titulares da Mesa Diretora da Câmara, recomendarem a abertura de processo contra Paulinho, o processo será remetido ao Conselho de Ética da Casa. Nesta quarta-feira, será eleito o novo presidente conselho --que desde o último dia 2, com a morte do deputado Ricardo Izar (PTB-SP) está sem presidente.

Uma vez encaminhado o processo para o Conselho de Ética da Câmara deve ser escolhido o relator do processo e abertos os prazos para instauração das investigações com direito à defesa e acusação. Se for aprovada a cassação de Paulinho, o processo deve ir à votação no plenário da Câmara.

A orientação do corregedor-geral da Câmara, Inocêncio Oliveira (PR-PE), é que seja aberto inquérito por suspeita de quebra de decoro parlamentar o que pode levar Paulinho a perder o mandato parlamentar.

Para Inocêncio, as denúncias contra Paulinho "são gravíssimas" e as explicações do deputado não satisfizeram em meio às acusações.

O PSOL já informou que vai encaminhar ao conselho representação contra Paulinho por quebra de decoro e ética parlamentar. O deputado é acusado de envolvimento em irregularidades e desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O esquema de irregularidades foi desbaratado pela Polícia Federal na Operação Santa Tereza. Paulinho é suspeito de receber empréstimos e fazer a intermediação do BNDES com uma organização não-governamental, que fica sob responsabilidade de sua mulher.

Algumas investigações da Polícia Federal foram realizadas na área da Câmara, como o registro de imagens em que Paulinho receberia um lobista. Na ocasião, Chinaglia reagiu e criticou a PF por ter feito as investigações sem sua autorização. Mas hoje o presidente da Câmara evitou retomar o debate.

"Neste momento não posso misturar os assuntos. Não quero que a população não tenha [condições de] como analisar os fatos [que envolvem o deputado Paulo Pereira da Silva", afirmou Chinaglia. O deputado Paulinho negou reiteradamente as denúncias que o envolvem.

Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
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Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
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ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
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