PF quer ouvir mulher de Paulinho e diz que provas contra parlamentar são contundentes
da Folha Online
A Polícia Federal (PF) pretende ouvir na quarta-feira da semana que vem Elza de Fátima Costa Pereira, mulher do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), como parte das investigações da Operação Santa Tereza. A operação investiga o desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Elza será ouvida por conta de um depósito na conta da ONG Meu Guri, que é presidida por ela. A instituição é acusada de receber R$ 37,5 mil do conselheiro do banco estatal João Pedro Moura, preso pela Polícia Federal e apontado pela Procuradoria da República como o principal responsável pelo esquema.
| 09.mai.2008/Folha Imagem |
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| PF quer ouvir mulher de Paulinho e diz que provas contra parlamentar são contundentes |
A Polícia já pediu a quebra do sigilo bancário da ONG e aguarda a resposta do banco para que possa identificar se há outras irregularidades. As autoridades não descartam a possibilidade de intimá-la novamente caso a resposta dos bancos se dê em data posterior ao seu depoimento.
Outro ponto a ser esclarecido é a compra por R$ 220 mil à vista de uma casa em Bertioga (SP). A aquisição foi feita por Elza.
Justiça
Na segunda-feira (26) a Justiça Federal começou a interrogar parte dos 13 acusados no caso. Os depoimentos estavam inicialmente previstos para acontecer na semana passada, porém, os advogados de defesa pediram o adiamento por conta de novas provas que foram incluídas no processo.
Segundo a polícia, as novas provas são fruto da quantidade de material que foi apreendida durante a operação e que ainda estão passando pela análise dos agentes federais.
De acordo com as autoridades, as evidências colhidas pela PF são contundentes no sentido de provar o envolvimento dos acusados no esquema.
Na sexta-feira (30), a Justiça deve ouvir outros cinco dos acusados. O processo está em segredo de justiça.
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Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
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