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Brasil
28/05/2008 - 18h46

Corregedor da Câmara critica presidente do Conselho de Ética por adiar caso Paulinho

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O corregedor-geral da Câmara, Inocêncio Oliveira (PP-PE), criticou nesta quarta-feira o presidente eleito do Conselho de Ética, deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), por indicar que pode atrasar sua decisão sobre as denúncias que envolvem o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical (PDT-SP).

Segundo Inocêncio, Moraes "descumpre" o Código de Ética da Câmara que determina a "imediata" abertura de inquérito quando há recomendação da Corregedoria Geral da Casa. "Acho um absurdo isso [o fato de Moraes só querer a representação feita pela corregedoria em 15 dias]. Nesse meio tempo pode surgir um fato novo e ele ser atropelado", afirmou o corregedor.

Com o Código de Ética da Câmara em mãos, Inocêncio disse que há uma determinação clara para instauração imediata de processo em casos de recomendação da corregedoria e da Mesa Diretora da Casa. "Ele [Moraes] não pode procrastinar a decisão, talvez esteja desinformado sobre o que determina o código", disse o corregedor, em tom de ironia.

Mas Inocêncio afirmou que se manterá atento e caso observe atrasos no processo, vai preparar um ofício via Mesa Diretora da Câmara para ser enviado a Moraes determinando o cumprimento do Código de Ética da Casa. "As denúncias são gravíssimas. Há aproximadamente 40 volumes com informações [na Polícia Federal e no Ministério Público Federal] só sobre o caso", disse ele.

Paulinho é acusado de envolvimento com um esquema de irregularidades que fraudava o BNDES (Banco Nacional Desenvolvimento Econômico Social). O esquema foi desbaratado pela Operação Santa Tereza, realizada pela Polícia Federal.

O deputado do PDT negou as acusações e disse ser vítima de perseguição por sua defesa aos direitos dos trabalhadores. Em entrevista ontem à noite, Paulinho negou a possibilidade de renunciar ao mandato parlamentar na tentativa de escapar da cassação. Segundo ele, apresentará sua defesa no Conselho de Ética da Câmara.

Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
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Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
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ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
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