Procurador-geral pede autorização do Supremo para investigar Paulinho
da Folha Online
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, pediu nesta quarta-feira autorização ao STF (Supremo Tribunal Federal) para investigar o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical.
O objetivo do procurador-geral é aprofundar as investigações sobre o possível envolvimento de Paulinho no esquema de desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), revelado na Operação Santa Tereza, da Polícia Federal.
A assessoria da Procuradoria Geral da República não informou detalhes do pedido de Souza porque o processo sobre o caso tramita em sigilo na Justiça Federal em São Paulo.
O pedido do procurador-geral será distribuído para um ministro do STF que deverá emitir um parecer favorável ou não à abertura de inquérito.
Souza recebeu do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, um CD com cerca de 2.000 páginas da investigação.
O envio do inquérito ao STF foi solicitado pelo Ministério Público Federal, uma vez que Paulinho tem foro privilegiado por ser deputado federal.
O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra os envolvidos no suposto esquema do BNDES no início do mês. A Justiça Federal de São Paulo acatou o pedido e abriu processo contra 13 pessoas investigadas.
Ontem, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), enviou ao Conselho de Ética a representação contra Paulinho que sugere a abertura de inquérito. Segundo Chinaglia, a decisão foi unânime por parte dos sete integrantes titulares da Mesa Diretora da Câmara.
Paulinho negou as acusações, afirmou que é vítima de "perseguição" e ganhou o apoio do PDT que se esquivou de encaminhar o caso para a comissão de ética da legenda.
Hoje pela manhã Paulinho disse estar tranqüilo com as acusações sobre seu envolvimento no desvio de recursos do BNDES e classificou o fato de "armação política".
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Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
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