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Brasil
02/06/2008 - 19h43

Ministro Ayres Britto é o relator do inquérito contra Paulinho da Força

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da Folha Online

O ministro Carlos Ayres Britto, do STF (Supremo Tribunal Federal), é o relator do inquérito para investigar suposto envolvimento do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, no esquema de desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O pedido de abertura de inquérito contra Paulinho foi solicitado pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, que pediu autorização do STF para investigar o deputado. O Supremo, no entanto, ainda não autorizou o Ministério Público Federal a investigar o parlamentar.

Inicialmente, a ministra Ellen Gracie havia sido escolhida para relatar o inquérito porque já havia negado liminar solicitada pelo advogado Ricardo Tosto, investigado na Operação Santa Tereza, da Polícia Federal, que apura o suposto desvio no BNDES.

A ministra devolveu o inquérito para o presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes, porque considerou que os casos de Paulinho e de Tosto são distintos. Gracie entendeu que o inquérito deve ser distribuído por sorteio entre os ministro e não por prevenção, como ocorreu inicialmente.

Com o sorteio, o ministro Cezar Peluso foi escolhido relator do inquérito contra Paulinho. Como estava no exercício da presidência devido à viagem de Gilmar Mendes à Lituânia, Peluso determinou nova distribuição do inquérito. Com a redistribuição, Ayres Britto foi escolhido relator.

Além das investigações do Ministério Público, Paulinho também responderá a processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara. O presidente do conselho, deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), marcou para amanhã a sessão do órgão para instaurar duas representações contra o deputado.

Na quarta-feira passada, Moraes disse iria analisar em 15 dias o pedido de abertura de um processo contra Paulinho. Na ocasião, ele afirmou que o conselho não iria ser influenciado pela pressão da imprensa. O corregedor da Câmara, deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), acusou Moraes de descumprir o Código de Ética da Câmara --que determina a imediata abertura de inquérito quando há recomendação da Corregedoria Geral da Casa.

Diante da demora, o corregedor entrou com a representação contra o presidente do conselho. Moraes negou que tenha sido pressionado pela iniciativa de Inocêncio para marcar a sessão do Conselho de Ética e afirmou que o corregedor se equivocou ao apresentar uma representação contra ele.

Em meio ao impasse, Paulinho sustenta que vai provar sua inocência no Conselho de Ética. O deputado disse que vai conseguir provar aos deputados que é inocente nas denúncias que ligam o seu nome ao BNDES, além de sustentar que é vítima de "perseguição política" pelo seu histórico em defesa dos trabalhadores na Força Sindical.

Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
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Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
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ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
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