Brasil
03/06/2008 - 19h41

Presidente estadual do PT descarta dificuldades em aliança de Belo Horizonte

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O presidente estadual do PT em Minas Gerais, deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), descartou nesta terça-feira ameaças à coligação que une o partido ao PSB em apoio às candidaturas de Márcio Lacerda (PSB) para prefeito e Roberto Carvalho (PT) como vice-prefeito. Segundo ele, a última recomendação do Diretório Nacional do PT sinaliza que a os candidatos podem receber apoio sem discriminação de legendas --numa indicação que PSDB e PPS serão bem-vindos.

"A recomendação do Diretório Nacional restabeleceu a relação de confiança com os diretórios estadual e municipal. Este foi o ponto de convergência que unificou o partido na semana passada", afirmou Lopes.

Mas hoje o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), levantou dúvidas sobre a possibilidade de chapa Lacerda e Carvalho ir para frente por causa de eventuais ameaças impostas pelo PT.

Segundo ele, os petistas podem atrasar e até atrapalhar as negociações em curso. "As questões do PT são do PT e elas não devem, a partir de agora, atrasar ou obstaculizar, criar dificuldades, àquilo que está sendo construído em torno de Marcio Lacerda. [...] Se o PT, ao final das suas decisões, achar por bem participar desse processo, é muito bem-vindo. Se não, caberá a ele explicar à população de Belo Horizonte", disse Aécio.

Na sexta-feira (30), o Diretório Nacional do PT manteve a proibição à aliança entre petistas e tucanos, mas referendou as articulações para flexibilizar o veto. Em recomendação a o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), autorizou que ele aceite o apoio informal de Aécio à chapa encabeçada por Lacerda.

Lopes desconversou sobre o acordo para flexibilizar o veto do comando nacional do PT. Mas lembrou que apoio é sempre "bem-vindo". Sem aliança formal, a coligação PT-PSB não ganhará mais tempo de TV e rádio em decorrência de um possível apoio do PSDB e PPS.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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