Publicidade

Publicidade
Brasil
05/06/2008 - 12h01

Kassab diz que dívida deixada por Marta em SP foi "assustadora"

Publicidade

WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

O atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), voltou a criticar nesta quinta-feira a gestão de Marta Suplicy (PT) na cidade acusando a petista de deixar uma dívida "assustadora".

"Foi uma dívida muito grande, eu diria assustadora, basta relembrarmos o início da nossa gestão, as dificuldades que encontramos para governar nos primeiros meses. Nós tivemos que apertar os cintos, realizar só o essencial e adotar prioridades em nossas finanças para recuperá-las. Conseguimos superar essas dificuldades com muita austeridade."

O democrata, no entanto, não soube precisar o valor da dívida. A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Finanças para colher o valor, mas ainda não recebeu retorno.

Kassab novamente rebateu as críticas da ex-prefeita de que sua gestão é "tímida e medíocre", não faz inclusão, mas apenas "enrolação social".

"Eu não tenho nenhuma preocupação em polemizar ou debater com quer que seja. Eu apenas me manifestei em razão de uma entrevista. Eu tinha obrigação de me manifestar até porque as próprias pesquisas atestam as referências que a população faz à nossa gestão. Quase 40%, segundo o Datafolha, e 50% dos outros institutos consideram nossa gestão ótima e boa", disse.

O prefeito evitou comentar as recentes especulações de que tucanos pró-Kassab enxergam o dedo do alckmista Silvio Torres no resultado da pesquisa Ibope divulgado ontem, no qual o prefeito aparece pior do que em outras pesquisas. Ele aparece em terceiro lugar, com 13% das intenções de voto.

"A minha preocupação é continuar administrando São Paulo e concentrar nossas ações pela qualidade de vida da cidade", afirmou.

Alstom

Kassab também comentou sobre o envolvimento do secretário municipal de Coordenação de Subprefeituras, Andrea Matarazzo, no caso Alstom.

A empresa é suspeita de integrar um esquema de pagamento de propinas a tucanos para conseguir contratos.

"Ele já deu os esclarecimentos necessários. Ele permaneceu pouco tempo à frente da pasta e eu não conheço nenhuma acusação, existem suposições", disse o prefeito.

Matarazzo ocupou a Secretaria de Energia de fevereiro a agosto de 1998, em meio ao processo de privatização da Eletropaulo.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
avalie fechar
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
avalie fechar
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (8158)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca